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Os mercados globais seguem preocupados com a explosão de novos casos de Covid-19 nos EUA e com dados não tão fortes na Europa. Por outro lado, o fortalecimento da economia na China e o início da temporada de balanços em Wall Street traz ânimo aos investidores
O Ibovespa perdeu força e voltou aos 98 mil pontos, repercutindo o aumento na percepção de risco após a Califórnia anunciar o fechamento de restaurantes e outros tipos de estabelecimentos por causa do aumento de casos do coronavírus no estado. O dólar também foi afetado e subiu a R$ 5,38
Apesar do bom desempenho das ações de mineração e siderurgia, o Ibovespa passa por instabilidades e luta para sustentar os 100 mil pontos. A notícia de retrocessos na reabertura econômica na Califórnia trouxe cautela aos investidores e provocou uma piora nas bolsas
Depois de mais de quatro meses, o Ibovespa finalmente reconquistou o patamar dos três dígitos. Algumas boas notícias da economia doméstica ajudam a explicar o otimismo na semana, mas há mais fatores que influenciaram esse movimento
Mesmo após dados abaixo do esperado para o setor de serviços em maio, o Ibovespa tenta se manter em alta, impulsionado pelo exterior mais ameno
Em sessão de volatilidade, bolsa retorna ao patamar de 100 mil, mas não consegue manter fôlego com cautela em bolsas americanas. Dólar tem leve queda e se aproxima de R$ 5,30
O resultado positivo das vendas no varejo em maio, somado aos avanços no desenvolvimento de mais uma vacina contra o coronavírus, fez o Ibovespa subir mais de 2% hoje
A surpresa positiva com o resultado de vendas no varejo no Brasil em maio, somada ao avanço nos estudos para o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19, dão ânimo ao Ibovespa e tiram pressão do dólar à vista
O tom mais prudente visto lá fora, somado à cautela dos investidores após a confirmação de que o presidente Jair Bolsonaro contraiu o coronavírus, fez o Ibovespa cair mais de 1% hoje; o dólar avançou e foi a R$ 5,38
Em entrevista concedida mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro confirmou que seus testes para a Covid-19 deram positivo — informação que elevou a cautela nos mercados brasileiros
Dados e projeções econômicas mais fracas na zona do euro, somados à confirmação de que o presidente Jair Bolsonaro testou positivo para a Covid-19, elevam a cautela no mercado e derrubam o Ibovespa
O Ibovespa subiu mais de 2%, foi às máximas em quatro meses e se aproximou dos 100 mil pontos. Entenda o enredo desse western spaghetti
Mais cedo, o jornal estatal China Securities afirmou que um ‘bull market’ saudável era importante para a recuperação da economia, o que ajuda a impulsionar bolsas hoj
Felipe Guerra, sócio da gestora que possui R$ 14,5 bilhões em patrimônio, acredita em recuperação em “V” da crise e aponta o teto de gastos como “pau de circo” para sustentar juro baixo no país
Em março, levantamos a bola para uma oportunidade aberta no Tesouro Direto com a alta dos juros no mês, e alguns dos títulos indicados ficaram entre os mais rentáveis do semestre. Confira a lista completa dos melhores e piores títulos públicos do ano até agora
Indicadores econômicos mais fortes no mundo, somados a novas injeções de recursos pelos BCs e governos, levaram o Ibovespa às máximas em quase um mês e permitiram um alívio no dólar à vista
Segundo Kanczuk, o cenário em que a demanda não cai tanto tem peso maior no balanço de riscos, gerando essa assimetria, citada no comunicado do Copom de junho
Dados mais fortes que o esperado no mercado de trabalho dos EUA pelo segundo mês consecutivo injetaram confiança nos investidores durante a manhã. Mas, considerando que Wall Street estará fechada nesta sexta, um tom mais prudente tomou conta do Ibovespa e das bolsas americanas
Apesar do tom mais otimista visto lá fora por causa da surpresa com os dados de emprego nos EUA, o Ibovespa apenas oscila ao redor da estabilidade e o dólar à vista opera em alta, mostrando um comportamento mais cauteloso após o alívio de ontem
O dólar à vista fechou em queda firme e foi às mínimas em uma semana, enquanto o Ibovespa fechou em alta de mais de 1%. Sinais vindos do Fed e dados econômicos mais firmes no mundo deram sustentação aos mercados