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Fim dos estímulos governamentais e dos prazos das dívidas renegociadas durante a pandemia vem impactando empresas de todos os portes; juros altos pesam sobre as mais endividadas
Os mercados brasileiros ficam fechados na segunda e na terça, retornando a partir de 13h de quarta. Veja os destaques da agenda econômica
Antes de ir para Salvador, o presidente se reuniu com vários ministros para tratar de promessas de campanha; anúncios de medidas devem começar na volta do feriado
O petista concedeu entrevista para a CNN Brasil e disse o que pensa sobre os mais diversos assuntos; confira os principais trechos
O petista tem feito desde o início do ano críticas ao banco central pela manutenção da taxa básica de juros em 13,75% ao ano
Rogério Xavier, da SPX, Luis Stuhlberger, da Verde, e André Jakurski, da JGP, entoaram críticas ao Banco Central e à meta de inflação
Sócio do BTG Pactual diz que o rentista é o mais prejudicado com uma política fiscal saudável e que banqueiro não gosta de juros altos
O Diretório Nacional do PT também deve atuar na ofensiva contra o presidente do banco central, Roberto Campos Neto, para pressionar pela redução da taxa básica de juros (Selic), hoje em 13,75% ao ano
Balanços de pesos-pesados da bolsa, como Vale e Banco do Brasil, estão entre os destaques da agenda econômica no Brasil
Insatisfeito com o Banco Central, que na semana passada manteve a Selic em 13,75%, Lula tem protagonizado uma ofensiva sobre o presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto — também pelo fato de ver nele um bolsonarista no governo que não pode ser demitido
Contra a responsabilidade fiscal, contra o Banco Central, contra a Eletrobras privatizada, contra tudo e contra todos, Lula não tem conseguido ficar a favor de si mesmo neste início de mandato
Do outro lado, parlamentares do PSOL e do PT querem apresentar requerimento para convidar o presidente do BC a comparecer em uma audiência pública na Câmara para explicar as razões dos juros altos
Os diretores do Banco Central decidiram caprichar: escreveram nove parágrafos a mais na ata da reunião do Copom publicada hoje
Presidente solta o verbo mais uma vez e questiona o nível elevado da taxa de juros, ironiza os efeitos negativos de suas críticas à política monetária e ainda destaca o papel do BNDES para impedir que o Brasil “afundasse”
Se insistirmos na convergência acelerada da inflação em 3%, possivelmente mergulharemos o país numa recessão, com o risco real de uma grave crise de crédito e quebradeira no meio do caminho
Aloizio Mercadante assume o comando BNDES nesta segunda-feira (6) e já disse que há espaço para reduzir a taxa de juros cobrada pelo banco
A ata da última decisão do Copom vai dar novas pistas quanto à trajetória da Selic. Lá fora, a agenda econômica estará mais vazia
Presidente também disse que vai recuperar a economia do País, fazer o ajuste da tabela do Imposto de Renda e aprovar a reforma tributária
O Copom cumpriu as expectativas e manteve a Selic em 13,75% ao ano, mas o comunicado com a decisão trouxe alguns recados novos
Inicialmente, os três índices aceleraram as perdas quando o comunicado com a decisão de elevar a taxa de juros nos EUA em 0,25 ponto percentual (pp) foi divulgada. Não demorou muito para as baixas se tornarem mais brandas e reverterem a tendência no final da sessão.