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O dólar à vista subiu 1,55% hoje e, agora, já acumula ganhos de mais de 12% no ano. A nova onda de pressão se deve à perspectiva de continuidade nos cortes da Selic — e a postura do BC apenas contribuiu para trazer mais estresse ao câmbio
O mercado de câmbio segue estressado nesta quarta-feira (4), pressionado pela leitura de que o Copom sera forçado a cortar a Selic após o Fed baixar os juros nos EUA. O Ibovespa se recupera e sobe
O Fed surpreendeu o mercado e cortou a taxa de juros dos EUA em 0,5 ponto, em meio ao surto de coronavírus. O Ibovespa e as bolsas globais, contudo, fecharam em queda, com dúvidas quanto à real extensão dos impactos da doença
O Federal reserve (Fed, o banco central americano) promoveu um corte extraordinário de juros no país para combater os impactos econômicos do coronavírus. Mas, após o entusiasmo inicial, os mercados agora temem que a situação do surto da doença seja pior que a imaginada
O Ibovespa pegou carona na recuperação dos mercados americanos e retomou o nível dos 106 mil pontos, em meio às apostas quanto a uma ação dos principais bancos centrais do mundo para conter os impactos econômicos do coronavírus
Apesar das tensões em relação ao coronavírus continuarem elevadas, o Ibovespa encontra espaço para uma leve recuperação nesta segunda-feira, após as fortes baixas da semana passada
O coronavírus continua dando as cartas para a bolsa, mas há outros fatores que podem mexer com o preço das ações — e que podem fazer você ganhar dinheiro, mesmo em meio à onda negativa
Entre mortos e feridos, salvaram-se poucos; dólar disparou, bolsa desabou, e até alguns títulos de renda fixa tiveram desempenho negativo no mês.
O coronavírus se espalhou pelo mundo e trouxe uma enorme onda de aversão ao risco às bolsas. Como resultado, o Ibovespa desabou em fevereiro e o dólar à vista renovou as máximas, flertando com o nível de R$ 4,50
Aversão ao risco que marcou a curta semana de carnaval prevalece hoje, com os mercados ainda temendo os impactos da disseminação do coronavírus na economia
O mercado até ensaiou um movimento de recuperação no meio da tarde, mas a cautela com o surto de coronavírus prevaleceu, derrubando o Ibovespa — apenas quatro ações do índice fecharam em alta. O dólar cravou mais uma máxima
Após as fortes quedas recentes, muitos investidores aproveitam as ‘pechinchas’ para comprar ações baratas e que estejam pouco expostas aos riscos da doença, como as do setor bancário. Mas, em meio à cautela ainda elevada, o Ibovespa não tem forças para esboçar uma reação e segue em baixa
O Ibovespa perdeu quase oito mil pontos nesta quarta-feira, impactado por um forte movimento de correção por causa da disparada de casos do coronavírus fora da China — todas as ações do índice fecharam em queda. Já o dólar à vista subiu a R$ 4,44, cravando mais um recorde nominal de encerramento
As ações da Azul e da Gol despencaram mais de 13% e tiveram os piores desempenhos do Ibovespa, em meio às incertezas quanto aos impactos do coronavírus ao setor aéreo e à disparada do dólar
O Ibovespa volta a operar sob intensa pressão e já marca as mínimas em 2020. A tensão global com o coronavírus, somada à cautela com o cenário político doméstico, desencadeiam um movimento forte de correção nos ativos domésticos
Enquanto a bolsa brasileira estava fechados por causa do Carnaval, os mercados acionários globais tiveram dias de forte queda, em meio ao avanço do coronavírus no mundo. Assim, é de se esperar uma forte correção no Ibovespa e nas ações domésticas nesta quarta-feira — a bolsa reabre às 13h.
O Credit Suisse ainda vê espaço para que as ações ON da Via Varejo (VVAR3) continuem subindo, mesmo após a forte valorização dos últimos meses. Segundo o banco, a reformulação na estratégia e os ganhos de eficiência no e-commerce colocam a companhia à beira de uma virada
Pressionado pela aversão ao risco no exterior e pela cautela com o cenário político doméstico, o dólar à vista atingiu novas máximas na semana e rompeu a barreira dos R$ 4,40 no momento de maior tensão. O Ibovespa também teve uma semana de maior estresse, recuando 0,61% desde segunda-feira
O mercado local novamente é afetado pela cautela no exterior, fazendo a moeda norte-americana testar um novo recorde; no ano, a alta do dólar à vista já é de mais de 9%
O mercado de câmbio continuou pressionado pelo coronavírus e pela fraqueza da economia doméstica. Nesse cenário, o dólar à vista ficou a um triz de bater os R$ 4,40, enquanto o Ibovespa caiu mais de 1% e voltou aos 114 mil pontos