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Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 3,787 bilhões. Os dados refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira
O dólar à vista engata a sexta baixa seguida e o Ibovespa avança mais de 1%, sustentados pelo alívio global após o lançamento de um pacote de estímulo bilionário na Europa
O clima tranquilo visto nos mercados globais abriu espaço para mais uma queda no dólar à vista — a sexta nas últimas sete sessões. Com isso, a moeda americana voltou aos níveis do fim de abril, afastando-se cada vez mais do patamar dos R$ 6,00
Novidades quanto ao desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus, somadas ao processo de reabertura das economias globais, dão força aos mercados e trazem mais alívio ao ao dólar à vista
O Ibovespa foi às máximas desde 10 de março e o dólar à vista chegou à menor cotação em maio. Os investidores aproveitaram o feriado nos EUA para focar nas questões domésticas — com destaque para o vídeo da reunião ministerial, divulgado no fim da tarde de sexta
Preços-alvo de Suzano e Klabin foram elevados de R$ 43 para R$ 47 e de R$ 18,50 para R$ 22, respectivamente; XP espera valorização de preço da celulose
O Ibovespa já se aproxima dos 85 mil pontos e o dólar fica abaixo de R$ 5,50. O mercado reage positivamente ao vídeo da reunião ministerial e aproveita o feriado nos EUA para ter um dia tranquilo
Estimativa anterior registrada em edição do Focus era de redução de 5,12% do PIB; dólar deve terminar 2020 a R$ 5,40
Tanto o Ibovespa futuro quanto o dólar para junho passaram por um alívio extra após a divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22, um indício de que, para o mercado, o material não eleva os riscos políticos
O dólar à vista teve a maior baixa semanal desde setembro de 2018 e o Ibovespa virou para o campo positivo no mês, ambos sustentados pela menor aversão ao risco no Brasil e no exterior
No Podcast Touros e Ursos desta sexta-feira (22), os repórteres Victor Aguiar e Vinícius Pinheiro falam sobre os principais acontecimentos para o mercado financeiro nesta semana, com destaque para o alívio visto no dólar à vista e no Ibovespa. Até quando vai essa trégua na crise? A transmissão foi feita às 12h. Mas, se você não conseguiu acompanhar o […]
Tensão entre EUA e China puxa para baixo mercados no exterior; no Brasil, expectativa é sobre a divulgação do vídeo da reunião ministerial que comprometeria Bolsonaro
A reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e os governadores fez a tensão no cenário político diminuir e, com isso, deu força aos ativos domésticos. O dólar já cai mais de 4% na semana e o Ibovespa foi às máximas em maio
Os indícios de maior alinhamento no cenário político e o entendimento de que o reajuste aos servidores será vetado anima os ativos domésticos. Além disso, a percepção de que o BC não deseja uma alta desenfreada do dólar contribui para trazer alívio ao câmbio
A valorização do petróleo deu força às bolsas globais e tirou pressão do câmbio. Como resultado, o Ibovespa voltou a encostar nos 82 mil pontos, enquanto o dólar à vista ficou abaixo de R$ 5,70 pela primeira vez desde 5 de maio
O Ibovespa sobe e tenta retomar os 82 mil pontos, impulsionado pelo bom humor externo e pela recuperação do petróleo; o dólar cai a R$ 5,67
O Ibovespa virou para queda e o dólar se firmou em alta na reta final da sessão, em meio aos questionamentos a respeito dos dados apresentados pela Moderna acerca da eficácia dos testes da vacina contra o coronavírus.
O menor otimismo quanto ao desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus acentuou as perdas nas bolsas dos EUA e fez o Ibovespa se firmar em baixa
O Ibovespa fechou em alta de mais de 4% e retomou o nível dos 81 mil pontos, pegando carona no otimismo externo. O dólar caiu mais de 2% e voltou a R$ 5,72
A perspectiva de desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus e o possível reaquecimento do setor de viagens impulsionou as ações de Azul, CVC e Gol. As exportadoras caíram com o alívio no dólar