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O mercado de câmbio continuou pressionado pelo coronavírus e pela fraqueza da economia doméstica. Nesse cenário, o dólar à vista ficou a um triz de bater os R$ 4,40, enquanto o Ibovespa caiu mais de 1% e voltou aos 114 mil pontos
O mercado de câmbio continuou pressionado pelo coronavírus e pela fraqueza da economia doméstica. Nesse cenário, o dólar à vista ficou a um triz de bater os R$ 4,40, enquanto o Ibovespa devolve os ganhos da sessão anterior
Corte de juros realizado pelo banco central chinês impulsionou as bolsas chinesas, mas o restante do mercado acionário global amanhece com um viés levemente negativo
O dólar à vista subiu mais um degrau nesta quarta-feira (19): pela primeira vez, terminou uma sessão acima dos R$ 4,36, cravando um novo recorde nominal. É a oitava vez em 2020 que a moeda renova as máximas de fechamento
Especialistas do banco dizem esperar que a aversão ao risco diminua conforme os efeitos do coronavírus se dissipem; com a economia local avançando, investidor estrangeiro deve entrar e também aliviar pressão sobre a moeda
O dólar à vista subiu pelo terceiro dia seguido e terminou a sessão no nível de R$ 4,36 pela primeira vez na história. O Ibovespa sobe mais de 1%, aproveitando a calmaria vista nas bolsas globais
No Brasil, os investidores ficam atetos aos movimentos do câmbio e no balanço da Petrobras, que deve ser divulgado após o fechamento.
Fundos badalados como o Bahia AM Maraú, o SPX Nimitz e o Kapitalo Kappa aparecem no topo da lista divulgada pela consultoria Economatica, mas o fundo Verde ficou de fora.
A indicação de que a Apple não conseguirá cumprir as metas do terceiro trimestre por causa do surto de coronavírus deixou os mercados globais em alerta. Como resultado, o dólar à vista subiu e cravou mais uma máxima, enquanto o Ibovespa fechou em queda
A pergunta é difícil e vem marcando os debates do mercado neste início de 2020
A cautela toma conta do Ibovespa e do dólar após a Apple afirmar que não vai bater suas projeções no trimestre, em meio ao surto de coronavírus na China
As paralisações nas fábricas chinesas atingiu a Apple, que anunciou que não conseguirá cumprir sua projeção de receita no trimestre e, após um dia de alívio, os mercados acionários devem ficar mais avessos ao risco
Focado nos balanços trimestrais e nas sinalizações positivas vindas da China, o Ibovespa passou o dia em alta e se recuperou das perdas recentes. O dólar à vista, por outro lado, teve uma sessão mais pressionada e voltou ao patamar de R$ 4,32
O mercado reagiu bem ao balanço trimestral do Magazine Luiza, o que deu forças às ações ON da empresa (MGLU3). Por outro lado, os papéis ON da Cosan (CSAN3) caíram, em meio à cautela com as projeções da empresa para 2020
O Ibovespa abriu a semana em leve alta, pegando carona no bom humor externo com as medidas de estímulo adotadas pelo governo da China. Carrefour Brasil ON e Magazine Luiza ON estão entre os maiores avanços do índice, enquanto Cosan ON (CSAN3) tem o pior desempenho
Os novos cortes nos juros pelo Banco Central chinês ajuda o mercado a balancear a notícia da queda do PIB japonês. As bolsas americanas ficam fechadas por conta de feriado
Nos últimos anos, operadoras de planos de saúde, redes de farmácias e farmacêuticas foram à bolsa e suas ações tiveram ótimo desempenho; conversei com analistas e gestores para saber quais desses papéis ainda têm potencial de valorização.
Clientes que possuem investimentos custodiados na corretora podem solicitar a transferência dos ativos para outro custodiante
O dólar à vista enfrentou enorme pressão ao longo da semana e chegou a tocar os R$ 4,38 na quinta-feira. No entanto, a atuação do BC no mercado de câmbio, injetando US$ 2 bilhões por meio de leilões de swap cambial, acalmou os nervos dos investidores e afastou a moeda americana dos recordes
O Banco Central fez nesta manhã mais um leilão de swap cambial no valor de US$ 1 bilhão, ajudando novamente a aliviar a pressão sobre o câmbio