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Ele passou o dia vasculhando o que chama de “oportunidades” e, no final do pregão, havia descarregado mais de R$ 10 milhões em cerca de 1 milhão de ações de empresas como Itausa, Braskem e Cielo
Instituição manteve projeção de crescimento de 2% neste ano, mas cortou estimativa para o próximo ano
Para o economista Alexandre Schwartsman, a expansão do coronavírus deixou o mundo em nível de ansiedade e incertezas onde tudo é possível
Cenário lembra 2008, mas o pano de fundo é diferente: na época, questão principal era a bolha que havia sido criada no mercado imobiliário americano
Na Agaxtur, as vendas de pacotes caíram entre 17% e 20% neste mês ante fevereiro de 2019. Em janeiro, tinham crescido 22% na comparação anual
O coronavírus se espalhou pelo mundo e trouxe uma enorme onda de aversão ao risco às bolsas. Como resultado, o Ibovespa desabou em fevereiro e o dólar à vista renovou as máximas, flertando com o nível de R$ 4,50
Segundo o levantamento, o real está atrás até mesmo de moedas como o Rand Sul-africano (ZAR) e o peso colombiano (COP). Mas o movimento de depreciação de moedas emergentes em relação ao dólar não é único no Brasil
Segundo Buffett, a disseminação do vírus não muda a perspectiva de longo prazo da economia. Mas o que os investidores estão buscando mesmo são as palavras de mais de 30 anos do bilionário
Aversão ao risco que marcou a curta semana de carnaval prevalece hoje, com os mercados ainda temendo os impactos da disseminação do coronavírus na economia
Enquanto o coronavírus avança e leva tensão para os mercados, o Banco Central brasileiro tenta segurar a escalada da moeda americana, que tem um movimento de valorização em todo o mundo
Moeda americana passa por um processo de valorização global. Por aqui, o dólar já marca uma alta acumulada de 11,58% no ano.
O mercado até ensaiou um movimento de recuperação no meio da tarde, mas a cautela com o surto de coronavírus prevaleceu, derrubando o Ibovespa — apenas quatro ações do índice fecharam em alta. O dólar cravou mais uma máxima
Dos gestores consultados pela corretora, 71% tomaram alguma medida de redução de exposição ou aumento de hedge (proteção) após o agravamento do surto do coronavírus
Especialistas recomendam cautela diante do mercado tão nervoso, que só nesta quarta-feira registrou queda de 7% do Ibovespa e levou o dólar a R$ 4,44
Após as fortes quedas recentes, muitos investidores aproveitam as ‘pechinchas’ para comprar ações baratas e que estejam pouco expostas aos riscos da doença, como as do setor bancário. Mas, em meio à cautela ainda elevada, o Ibovespa não tem forças para esboçar uma reação e segue em baixa
Incertezas com o impacto da doença na economia global é um dos maiores fatores para a queda. Enquanto o indicador segue incerto, a doença continua se alastrando pelo globo
Agravamento do surto do coronavírus adiciona incerteza, mas desvalorização cambial não é transitória como parte do mercado acredita, afirma Reinaldo Le Grazie, sócio da Panamby Capital
O Ibovespa perdeu quase oito mil pontos nesta quarta-feira, impactado por um forte movimento de correção por causa da disparada de casos do coronavírus fora da China — todas as ações do índice fecharam em queda. Já o dólar à vista subiu a R$ 4,44, cravando mais um recorde nominal de encerramento
Ao ser procurada, a assessoria de imprensa informou que “a plataforma apresentou lentidão para alguns clientes no início da tarde desta quarta-feira”
As ações da Azul e da Gol despencaram mais de 13% e tiveram os piores desempenhos do Ibovespa, em meio às incertezas quanto aos impactos do coronavírus ao setor aéreo e à disparada do dólar