O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gestor da Skopos fez uma live com Luciana Seabra e contou um pouco sobre suas perspectivas para o próximo ano
Se tem uma coisa que Pedro Cerize não é, é pessimista com a bolsa brasileira. O gestor de um dos fundos de ações mais rentáveis do mercado neste ano não vê motivos para que o atual ciclo de alta termine antes da hora, apesar de achar que a crise dos mercados externos pode impactar os ativos de maneira negativa.
Cerize participou de uma live com a colunista Luciana Seabra nesta quarta-feira, 26. Ele contou um pouco do que vem fazendo nos fundos da Skopos do ano passado para cá, quando obteve um retorno de mais de 100% no fundo BRK, e como ele projeta o mercado de ações para os próximos anos. Veja a conversa novamente no vídeo abaixo:
Para ele, períodos de crescimento das ações costumam apresentar três "pernas". No atual ciclo, a primeira perna ocorreu entre 2016 e 2017, e aquele era o momento de pesquisar as empresas que foram bem em crises anteriores e ficar posicionado nelas.
A partir de 2018, o mercado entrou na segunda perna - que estamos vivendo até hoje. O início desse período se pautou no processo eleitoral, do julgamento do ex-presidente Lula à eleição de Jair Bolsonaro. Enquanto muita gente fugia do risco, Cerize buscava posições em ações de grande liquidez, como Petrobras e Banco do Brasil (nada de small caps!). Resultado: ganhos que fizeram o patrimônio dos cotistas dobrar de valor.
O gestor da Skopos acredita que a segunda perna de todo ciclo positivo na bolsa é a que define os ativos que de fato vão “puxar o bonde”. Ele destacou que o desempenho do Ibovespa neste último mês de 2018 foi positivo no relativo, diante de um dos piores dezembros da história para a bolsa de Nova York.
Leia Também
E de onde vem toda essa euforia? Das eleições. O gestor conta que há muito tempo não via grande parte da população brasileira envolvida no processo eleitoral e na política. E nesse processo, a vitória de Bolsonaro consolidou a vontade de uma parcela da população que de fato movimenta a economia do Brasil. A consequência disso é uma vontade dos brasileiros de voltar a crescer, algo que se torna combustível para o lucro das empresas e, por consequência, o combustível para a valorização das ações.
É claro que os riscos vindos lá do exterior podem dar uma amenizada no otimismo por aqui. Nesse sentido, Cerize chama a atenção para dois fatores: o preço dos produtos exportados pelo Brasil e o acesso ao crédito que o país terá para conseguir crescer nos próximos anos. Ele acredita que, sem a aprovação de reformas, o país terá pouca margem para chegar nesse capital.
Aproveitando para falar um pouco de câmbio, Pedro teceu uma crítica à performance do Banco Central nos últimos tempos. Na visão dele, a atuação em “doses homeopáticas” do BC contribui para uma sensação de “crise onde não existe” e faz o dólar se manter em níveis elevados. “É inabilidade do BC. Não vejo motivos para o dólar se comportar dessa forma”, afirmou.
Cerize acredita que parte desse comportamento do câmbio se dá pela falta de uma atuação mais forte da autoridade monetária. “O Ilan já está na praia e não tem ninguém cuidando do BC”, brincou. Segundo ele, a chegada de Roberto Campos Neto à presidência do banco, um PHD e trader ao mesmo tempo, deve dissipar essa situação de pressão naturalmente.
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA