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de olho no preço

Inflação registra menor índice mensal desde novembro de 2018

Entre os itens que mais influenciaram as quedas de preços dos alimentos estão as frutas (-6,14%) e o feijão-carioca (-14,8%). Custos com saúde e cuidados pessoais impactaram para que o IPCA do mês não fosse negativo

Imagem: Shutterstock

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), teve uma alta de 0,01% em junho deste ano. Este é o menor percentual mensal desde novembro de 2018, quando o IPCA  recuou 0,21%.  O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O número é menor do que o registrado em maio, de 0,13%, e no mesmo período do ano passado quando o índice foi de 1,26%. No ano, a taxa já acumula uma alta de 2,23%. Nos últimos doze meses o acumulado é de 3,37%.

O resultado veio acima da média das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Broadcast, que iam de -0,07% a 0,08%. Segundo o Boletim Focus divulgado na última segunda-feira (8), o mercado projeta um IPCA com mediana de 3,80% para 2019.

Impactos

A queda de preços em junho foi liderada pelos alimentos (-0,25%) e o custo dos transportes (-0,31%).  Juntos, os grupos representaram cerca de 13% das despesas das famílias e seguraram o índice no mês.

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No grupo Alimentação e Bebidas, o preço das frutas e do feijão carioca foram os que mais influenciaram a queda dos preços, com baixa de 6,14% e 14,8%, respectivamente. Os combustíveis também tiveram grande impacto na deflação do grupo de transportes (-2,41%). O destaque foi a queda de 2,04% no preço da gasolina.

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No sentido contrário, os gastos com saúde e cuidados pessoais teve um aumento de 0,64%. O número impediu que o IPCA atingisse um número negativo em junho.

 

*Com Estadão Conteúdo

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