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Fenômeno raro, eclipse solar de 2027 será o mais longo do século e só voltará a ocorrer em condições semelhantes daqui a 157 anos.

O eclipse solar mais longo do século está programado para 2 de agosto de 2027. O fenômeno, que só deverá se repetir em condições parecidas daqui a 157 anos, terá duração de quase sete minutos, período em que a Lua bloqueará totalmente a luz do Sol, transformando o dia em noite.
Considerado raro, o eclipse terá duração de 6 minutos e 23 segundos. Para comparação, um eclipse total costuma durar, em média, entre dois e três minutos.
Eclipses solares ocorrem todos os anos, mas eclipses totais com duração tão longa são muito mais raros.
No caso de 2027, o diferencial está no fato de a Lua estar no perigeu — ponto da órbita em que fica mais próxima da Terra —, fazendo com que pareça maior vista do planeta.
Além disso, a Terra estará em uma posição em que o Sol aparentará ser ligeiramente menor. A combinação desses fatores facilitará que a Lua cubra completamente o astro.
Para quem conseguir observar o fenômeno em sua totalidade, alguns sinais indicarão a aproximação do eclipse.
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As sombras no solo ficam mais definidas e a temperatura tende a cair rapidamente. Animais também podem reagir à mudança, comportando-se como se fosse noite.
Momentos antes de a Lua cobrir totalmente o Sol, dois fenômenos ópticos podem ser observados. O primeiro é o das Pérolas de Baily, quando pequenos pontos de luz aparecem nas bordas da Lua devido à passagem de raios solares.
Logo depois ocorre o chamado Anel de Diamante: um único ponto luminoso permanece visível por um breve instante antes da escuridão total.
Durante a fase de totalidade, será possível observar a coroa solar a olho nu — único momento em que é seguro olhar diretamente para o eclipse sem proteção ocular.
O Marrocos será o primeiro país a testemunhar o fenômeno. Depois, a sombra seguirá em direção ao leste. Mais de dez países estarão na faixa de observação da totalidade do eclipse.
A Espanha será o único país europeu a presenciar o fenômeno. Na África, Marrocos, Argélia, Líbia, Egito, Tunísia, Sudão e Somália também estarão na rota da totalidade. Já no Oriente Médio, o eclipse poderá ser visto na Arábia Saudita e no Iêmen.
Além desses países, outras localidades, como Albânia e Grécia, poderão observar o eclipse parcialmente.
O fenômeno não será visível do território brasileiro, nem mesmo de forma parcial.
A única fase em que é seguro olhar diretamente para o Sol é durante a totalidade, quando o disco solar estiver completamente coberto pela Lua. Nos demais momentos, é necessário utilizar proteção adequada para evitar danos à retina.
Por isso, o uso de óculos específicos para eclipses é essencial durante as fases parciais. Já para fotografar o fenômeno, é necessário utilizar filtros especiais na lente da câmera, evitando danos permanentes ao equipamento.
*Sob supervisão de Renan Dantas
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