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Durante a última semana, os mercados acionários globais derreteram, seguindo o crescimento do número de casos de coronavírus
O estudo teve como base a disseminação da epidemia de H1N1, em 2009, e incluiu empresas de saúde, varejo, setor aéreo e óleo e gás
Para o estrategista-chefe da corretora, o interesse agora é por setores regulados como o elétrico e o de saneamento, por serem bons pagadores de dividendos e com receita mais estável
Aversão ao risco que marcou a curta semana de carnaval prevalece hoje, com os mercados ainda temendo os impactos da disseminação do coronavírus na economia
Enquanto o coronavírus avança e leva tensão para os mercados, o Banco Central brasileiro tenta segurar a escalada da moeda americana, que tem um movimento de valorização em todo o mundo
Estudo da gestora RBR mostra que fundos são mais eficientes para investimento imobiliário do que empresas que administram imóveis, mas o melhor veículo pode variar caso a caso.
Portanto, se o rendimento da poupança está uma merda, não se preocupe, porque isso significa que esse é justamente o melhor momento para investir em ações
Moeda americana passa por um processo de valorização global. Por aqui, o dólar já marca uma alta acumulada de 11,58% no ano.
O mercado até ensaiou um movimento de recuperação no meio da tarde, mas a cautela com o surto de coronavírus prevaleceu, derrubando o Ibovespa — apenas quatro ações do índice fecharam em alta. O dólar cravou mais uma máxima
Apesar de registrar lucro trimestral e anual, resultado demonstra que desafio à frente é grande
Dos gestores consultados pela corretora, 71% tomaram alguma medida de redução de exposição ou aumento de hedge (proteção) após o agravamento do surto do coronavírus
Especialistas recomendam cautela diante do mercado tão nervoso, que só nesta quarta-feira registrou queda de 7% do Ibovespa e levou o dólar a R$ 4,44
Após as fortes quedas recentes, muitos investidores aproveitam as ‘pechinchas’ para comprar ações baratas e que estejam pouco expostas aos riscos da doença, como as do setor bancário. Mas, em meio à cautela ainda elevada, o Ibovespa não tem forças para esboçar uma reação e segue em baixa
Incertezas com o impacto da doença na economia global é um dos maiores fatores para a queda. Enquanto o indicador segue incerto, a doença continua se alastrando pelo globo
Agravamento do surto do coronavírus adiciona incerteza, mas desvalorização cambial não é transitória como parte do mercado acredita, afirma Reinaldo Le Grazie, sócio da Panamby Capital
Epidemia não deve deixar marcas permanentes sobre os negócios de empresas como Itaú, Weg, Vale ou Petrobras, mas o fenômeno é grande e tem potencial para machucar bem o PIB brasileiro no primeiro semestre
O Ibovespa perdeu quase oito mil pontos nesta quarta-feira, impactado por um forte movimento de correção por causa da disparada de casos do coronavírus fora da China — todas as ações do índice fecharam em queda. Já o dólar à vista subiu a R$ 4,44, cravando mais um recorde nominal de encerramento
Ao ser procurada, a assessoria de imprensa informou que “a plataforma apresentou lentidão para alguns clientes no início da tarde desta quarta-feira”
As ações da Azul e da Gol despencaram mais de 13% e tiveram os piores desempenhos do Ibovespa, em meio às incertezas quanto aos impactos do coronavírus ao setor aéreo e à disparada do dólar
O Ibovespa volta a operar sob intensa pressão e já marca as mínimas em 2020. A tensão global com o coronavírus, somada à cautela com o cenário político doméstico, desencadeiam um movimento forte de correção nos ativos domésticos