O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo “Estado de S. Paulo”, duas companhias – JSA e Willis, que, juntas, possuem três aeronaves usadas pela Avianca – apresentaram petições, anteontem, comunicando o juiz que a proposta da Avianca é inaceitável
Na véspera do fim do prazo concedido pela Justiça para a Avianca apresentar uma proposta de pagamento às arrendadoras de aeronaves, a companhia ainda não fechou nenhum acordo. Até a noite de quarta, 30, das oito empresas donas de aviões que têm valores a receber, duas não quiseram nem sentar para conversar, apurou o Estado.
As outras receberam representantes da Avianca, mas não chegaram a uma conciliação.
Em audiência no último dia 14, a Justiça deu até amanhã para a Avianca apresentar a proposta de pagamento e se comprometer a realizar os próximos pagamentos nas datas de vencimento.
Caso contrário, o juiz Tiago Henriques Papaterra Limongi, da 1.ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, poderá determinar reintegração de posse dos aviões.
O Estado apurou que duas companhias - JSA e Willis, que, juntas, possuem três aeronaves usadas pela Avianca - apresentaram petições, anteontem, comunicando o juiz que a proposta da Avianca é inaceitável.
Em geral, as ofertas da Avianca às empresas não estão envolvendo pagamentos.
Leia Também
A cartada que a companhia guarda na manga é o anúncio de um aporte de R$ 250 milhões do fundo americano Elliot. Segundo fontes próximas à aérea, a injeção de recursos não está 100% garantida, mas as discussões avançaram bastante nos últimos dias.
Há empresas de arrendamento, porém, que não têm interesse em continuar alugando aviões para a Avianca, ainda que valores atrasados sejam pagos. Segundo fontes, o desgaste nos últimos meses para tentar chegar a um acordo foi grande.
A crise da Avianca começa ainda a respingar em outras companhias aéreas, que se preocupam com a possibilidade de os aluguéis de aeronaves subirem por causa do descumprimento da Convenção da Cidade do Cabo. O acordo, firmado por vários países, entre eles o Brasil, permite às empresas de arrendamento pedirem o cancelamento de matrículas de aviões em caso de calote.
Há duas semanas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) havia informado que retiraria dez matrículas de jatos operados pela Avianca a pedido da GE, dona das aeronaves. A Justiça, no entanto, suspendeu o cancelamento das matrículas até 1.º de fevereiro.
Em recuperação judicial, a Avianca soma quase R$ 500 milhões em dívidas, sem considerar os débitos das arrendadoras. Procurada, a empresa não quis se pronunciar.
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024