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O Reporting Matters Brasil avaliou 82 relatórios de sustentabilidade e concluiu que empresas estão mais maduras ao tratar do tema, com destaque para a Petrobras, Itaú, Suzano e outras 12 companhias
Com a adesão de muitas empresas aos princípios de ESG, sigla em inglês para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança), os relatórios corporativos de sustentabilidade registraram um salto qualitativo na estrutura, complexidade e profundidade em 2025. É isso que mostra a terceira edição do Reporting Matters Brasil, estudo desenvolvido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e publicado nesta terça-feira (3).
A pesquisa se debruçou sobre 82 relatórios de sustentabilidade publicados no último ano e avaliou os reports com base em 16 critérios e 76 subcritérios organizados em quatro dimensões:
Segundo Daniela Mignani, diretora executiva corporativa do CEBDS, a terceira edição do estudo mostra que as empresas brasileiras têm apresentado relatórios mais técnicos e estruturados.
Isso porque 97% dos documentos avaliados utilizaram o padrão Global Reporting Initiative (GRI), que é uma referência internacional para reports ligados a ESG, o que se traduz em maior transparência para o mercado acompanhar as iniciativas das companhias.
Além disso, os relatórios corporativos agora também têm uma camada mais profissional: 84% deles passaram por auditoria externa — mesmo que parcialmente —, o que, segundo o CEBDS, fortalece a confiabilidade das informações.
Um dos principais destaques do estudo é a priorização das empresas sobre o conceito de dupla materialidade.
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De forma geral, o conceito considera tanto os aspectos financeiros quanto os socioambientais para guiar a atuação da companhia e compreender onde estão os riscos e oportunidades mais relevantes.
As iniciativas corporativas são vistas como uma via de mão dupla a partir do:
A pesquisa mais recente indica que 75% das companhias adotavam a dupla materialidade, um aumento significativo em relação ao percentual do estudo anterior, de 54%.
Esse avanço demonstra uma mudança de foco na sustentabilidade, motivada principalmente por normas regulatórias mais rígidas e pela pressão de investidores por maior transparência, explica o estudo.
Embora a pesquisa tenha registrado uma melhora das companhias na análise e divulgação das iniciativas de sustentabilidade, as iniciativas climáticas sofreram um enfraquecimento.
Em relação aos compromissos de neutralidade de carbono, o percentual de empresas que adotam a meta mais rigorosa — de reduzir e neutralizar as emissões residuais — caiu de 46%, em 2023, para 16% em 2025.
Além disso, o número de empresas sem qualquer compromisso com o tema passou de 29% para 35% na edição mais recente.
O estudo indica que esse enfraquecimento pode ser um reflexo da alta complexidade técnica envolvida na mensuração das emissões e das exigências regulatórias.
Por outro lado, as companhias avançaram nas políticas corporativas de direitos humanos.
Em 2024, 58% das empresas tinham forte compromisso ou referências aos Princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos (UNGP). Neste ano, essa métrica saltou para 69% nos relatórios.
O Reporting Matters Brasil avalia os relatórios de acordo com diferentes pontuações em 16 critérios e 76 subcritérios.
Entre esses critérios estão notas para completude, engajamento de stakeholders, governança de sustentabilidade, metas e compromissos, estratégia e design atrativo, por exemplo.
Com base na pontuação dada aos 82 relatórios, o CEBDS divulgou uma lista de 15 empresas, de diferentes setores, que mais se destacaram com reports maduros de sustentabilidade. Confiram em ordem alfabética:
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