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Maioria das donas de negócios no Brasil tem realidade financeira apertada, com capacidade de pagamento de até R$ 1 mil
Quase metade das empreendedoras brasileiras têm que lidar com um desafio: viver com quase toda a renda mensal comprometida. É isso que mostra uma pesquisa realizada pela Serasa Experian com base no Insights Hub, plataforma que utiliza inteligência de dados para mapear públicos e suas características, como crédito, renda e tendências de consumo.
O estudo identificou 2,6 milhões de empreendedoras, a maioria sócias formais de empresas. Porém, o cenário ainda pode ser duro para uma parcela significativa delas.
Os resultados da pesquisa da datatech refletem uma realidade financeira apertada: cerca de 47,3% delas apresentam alto nível de comprometimento da renda, entre 81% e 100% do orçamento comprometido.
Giovana Giroto, CMO e vice-presidente de Marketing Solutions da Serasa Experian, explica que esses percentuais “não indicam necessariamente uma situação de inadimplência, mas mostram um nível elevado de alocação da renda”.
Ou seja, maior parte do orçamento mensal já está destinada a despesas fixas, custos do negócio e obrigações financeiras.
Além disso, mais da metade das mulheres — cerca de 52,3% — têm capacidade financeira mensal de até R$ 1 mil, abaixo de um salário-mínimo. Na visão de Giroto, essa realidade e o alto comprometimento do orçamento podem tornar os negócios mais sensíveis a variações no caixa.
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“Isso revela uma estrutura financeira com pouca margem de manobra. Ou seja, sobra menos espaço para formar reserva, investir na expansão do negócio ou absorver variações inesperadas, como aumento de custos, sazonalidade nas vendas ou atraso em recebimentos.”
Outros dois dados coletados pelo estudo que chamam a atenção são a renda mensal dessas empreendedoras e o uso do cartão e crédito.
Aproximadamente 38% delas — equivalente a 998 mil — vivem com uma renda de até R$ 2 mil. Já o cartão de crédito é usado como principal meio de pagamento por 45% delas.
A CMO da Serasa Experian atribui o uso frequente do cartão à facilidade de acesso a crédito e explica que a ferramenta também pode ser usada para organizar o fluxo de caixa no curto prazo, embora haja alguns pontos de atenção.
“O uso recorrente [do cartão de crédito] como principal fonte de financiamento pode trazer riscos, especialmente se não houver planejamento. Taxas mais elevadas, rotatividade de saldo e acúmulo de encargos podem pressionar ainda mais o orçamento, principalmente em um cenário em que parte significativa da renda já está comprometida”, diz Giroto.
Em um cenário de pressão financeira para as empreendedoras, Giroto explica que é necessário realizar um acompanhamento constante do fluxo de caixa.
Em empresas de menor porte, que muitas vezes operam com capital de giro enxuto, a especialista defende que é necessário ter um bom planejamento para não deixar que a menor folga financeira amplie o impacto de situações como:
“No médio e longo prazo, [a renda comprometida] exige um controle financeiro ainda mais rigoroso e decisões cautelosas sobre investimentos e expansão. Em muitos casos, as finanças pessoais e as do negócio não estão totalmente separadas, o que faz com que pressões no caixa da empresa também afetem a organização financeira da empreendedora”, explica.
Nesse contexto, a principal recomendação da CMO para garantir a continuidade e estabilidade do negócio é realizar uma boa gestão de fluxo de caixa e ter acesso a crédito adequado de acordo com o perfil da companhia.
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