🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

POLÍTICA MONETÁRIA

A Selic não vai mais cair? Pausa nos cortes dos juros já lidera apostas para o próximo Copom e muda cenário da renda fixa

Contratos negociados na B3 atribuem 61% de chance de manutenção dos juros na próxima semana

renda fixa selic
Imagem: Shutterstock

O ciclo de cortes na taxa Selic pode ter chegado ao fim. Pelo menos é isso que indicam as apostas dos participantes do mercado financeiro para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após cinco cortes consecutivos na taxa Selic, os contratos negociados na B3 passaram a indicar que o mercado vê como mais provável uma manutenção da taxa básica de juros na próxima reunião, marcada para os dias 3 e 4 de novembro.

As Opções de Copom negociadas até 27 de outubro indicavam uma probabilidade de 60,90% de manutenção da Selic em 13,75% ao ano.

Trata-se de uma inversão significativa em relação à visão dos agentes financeiros para os juros básicos até sexta-feira (23), antes do resultado da eleição presidencial.

Naquele momento, a maior probabilidade (76%) era de um corte de 0,25 ponto percentual (p.p.), levando os juros para 13,5% ao ano. Agora, o corte de 0,25 p.p. aparece como o segundo cenário mais provável, concentrando 36% das apostas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se a leitura do mercado estiver correta, será a primeira interrupção desde o início do atual ciclo de flexibilização monetária, em março deste ano.

Leia Também

TESOURO DIRETO

Restrito ao Banco do Brasil, Tesouro Reserva chega a R$ 8 bilhões em apenas cinco meses; o que explica o sucesso do novo título público?

RENDA FIXA

“Marcação a mercado não é volatilidade, é transparência para o investidor”, diz diretor da BlackRock ao defender ETFs de renda fixa

O que o mercado está enxergando nos juros

As probabilidades não representam uma previsão oficial, nem uma pesquisa com economistas sobre a taxa Selic.

Elas são calculadas a partir dos preços dos contratos negociados na B3 e mostram quanto os investidores estão dispostos a pagar por cada cenário para a decisão do Copom.

Na prática, funcionam como um termômetro das expectativas do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o que esse termômetro mostra hoje é uma virada de chave. O cenário de novos cortes perdeu força e há quem aposte até mesmo em novos aumentos.

A alta de 0,25 p.p. já na próxima semana tem 1,57% de chances, segundo as Opções do Copom. É um percentual muito baixo, mas sinaliza um início de sentimento.

Segundo Laís Costa, analista de renda fixa da Empiricus, o mercado praticamente abandonou a expectativa de redução da Selic na próxima semana. E não só: as projeções já apontam para aumentos no futuro.

"Para a reunião da próxima semana, o mercado apagou a expectativa de corte de 25 pontos-base e passou a precificar estabilidade na taxa básica de juros. Para as próximas reuniões, a expectativa do mercado é do retorno do ciclo de alta até o início do segundo trimestre de 2027", afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A visão da casa, porém, é diferente. A Empiricus trabalha com a hipótese de que os juros permaneçam em 13,75% ao ano por tempo indeterminado.

O que isso muda para a sua renda fixa?

Essa mudança de cenário tem consequências diretas para a renda fixa.

Se os juros ficarem elevados por mais tempo, a renda fixa continua oferecendo retornos atrativos. O problema é que nem todos os títulos reagem da mesma forma a esse cenário.

Segundo Costa, a maior incerteza sobre a economia, da inflação às contas públicas, torna os títulos indexados à inflação (IPCA+) de vencimento mais longos mais sujeitos a oscilações e reprecificação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É por isso que a Empiricus passou a preferir títulos indexados à inflação de prazos mais curtos, como o Tesouro IPCA+ 2032, disponível na plataforma do Tesouro Direto.

A recomendação não tem relação apenas com proteção contra a alta dos preços. Esses papéis também passaram a oferecer um "carrego" mais interessante, segundo Costa.

Isso significa que o investidor consegue contratar hoje taxas reais elevadas, acima da inflação, e carregá-las por um período relativamente curto sem ficar tão exposto às mudanças de humor do mercado.

Depois do resultado do segundo turno da eleição presidencial, o Tesouro IPCA+ 2032 voltou a se aproximar de uma taxa de 8% de juro real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso não significa, entretanto, abandonar os prefixados ou os papéis indexados à inflação de prazo maior. É uma questão de recalibrar a carteira.

Em um ambiente em que o mercado discute desde estabilidade até novas altas da Selic nos próximos meses, a escolha dos vencimentos é tão importante quanto a escolha do título.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
renda fixa selic 14 de outubro de 2026 - 18:32
gráficos e números para indicar crescimento de renda, com mão no centro segurando dinheiro 7 de outubro de 2026 - 16:02
ulisses nehmi sparta fundos de investimento onde investir 2025 6 de outubro de 2026 - 15:58
notas de dinheiro (reais) ao fundo, com uma flecha vermelha subindo no centro. 2 de outubro de 2026 - 18:00
2 de outubro de 2026 - 6:00
Gráfico de cotações com seta vermelha para baixo pegando fogo 28 de setembro de 2026 - 13:58
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar