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Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento
A espera finalmente acabou: dois meses depois que o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) começou a pagar os credores e investidores que aplicaram seu dinheiro em CDBs da instituição de Daniel Vorcaro.
No entanto, o investidor deve ficar atento para não cair em golpes e perder seu dinheiro. O FGC identificou a ocorrência de tentativas de fraudes e golpes.
Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento.
Eles enviam e-mails, mensagens e comunicações fraudulentas que simulam contato institucional. Além disso, estão divulgando aplicativos, links e páginas falsas que se passam pelos canais oficiais do FGC.
O objetivo dessas ações é induzir credores a fornecer dados pessoais ou realizar pagamentos antecipados sob a falsa promessa de recebimento da garantia de forma mais rápida. Além disso, os criminosos tentam atrair as vítimas afirmando que podem facilitar ou intermediar os pagamentos.
Outros incidentes verificados foram o uso indevido da ferramenta de recuperação e alteração de senhas, o que levou ao disparo de mensagens via e-mail e SMS com links maliciosos e também a divulgação de um aplicativo falso na plataforma Android para recebimento da garantia.
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Segundo nota enviada pelo FGC, o fundo solicitou a remoção deste aplicativo da plataforma.
"O FGC reforça que não realiza contato com credores por WhatsApp, SMS ou outros aplicativos de mensagens, não cobra qualquer tipo de taxa para o pagamento da garantia, não utiliza intermediários para a realização de pagamentos e não oferece atendimento presencial", afirma em nota.
Todas as informações sobre o processo de pagamento da garantia devem ser acompanhadas exclusivamente pelos canais oficiais do FGC: o aplicativo, site www.fgc.org.br e os perfis institucionais da entidade nas redes sociais, diz o fundo.
Até então, a estimativa era que o fundo teria que desembolsar um valor recorde de aproximadamente R$ 41 bilhões, para pagar 1,6 milhão de investidores que possuíam depósitos ou investimentos elegíveis no Banco Master e no Banco Letsbank.
Porém, segundo o anúncio de ontem, o FGC pagará um total de R$ 40,6 bilhões a 800 mil investidores. O órgão informou ainda que possui liquidez de R$ 125 bilhões, conforme dados de novembro de 2025.
“Mesmo após o pagamento das garantias do caso Master, o fundo permanece com reservas robustas, suficientes para suportar cenários severos de estresse de mercado”, disse em nota.
Os investidores não recebem os valores automaticamente. Para ter acesso ao ressarcimento, é necessário fazer uma solicitação no site ou aplicativo do FGC.
Há também um prazo para solicitar os investimentos, de acordo com o FGC. O beneficiário da garantia tem até cinco anos, a partir da data de intervenção ou decretação da liquidação extrajudicial.
No caso do Banco Master, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial em 18 de novembro de 2025. Ou seja, o credor tem até 18 de novembro de 2030 para exercer seus diretos e solicitar os valores ao Fundo.
O FGC informou que cerca de 800 mil credores do Master têm direito à cobertura, o que corresponde a R$ 40,6 bilhões.
A entidade, vale lembrar, oferece garantia de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, e por instituição, para investimentos em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD. O teto é de R$ 1 milhão a cada quatro anos por investidor.
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