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Proposta de taxação de grandes fortunas na Califórnia assusta bilionários, que estão cruzando os Estados Unidos e se mudando para Florida; Mark Zuckerberg e Larry Page fazem parte do movimento
A Califórnia é o estado mais rico dos Estados Unidos. Terra do Vale do Silício, é lá onde mora a maioria dos bilionários do país: são mais de 240. Porém, esse número vem diminuindo à medida que vários deles estão se mudando da costa oeste para a costa leste dos EUA. O principal destino? Miami, Flórida.
A fuga acontece diante de uma proposta de taxação sobre grandes fortunas que pode ser implementada na Califórnia. Trata-se do Billionaire Tax Act, que prevê um imposto único de 5% sobre a riqueza total dos residentes com patrimônio líquido igual ou superior a US$ 1 bilhão.
O Billionaire Tax Act ainda está longe de se tornar realidade. A medida precisa reunir 875 mil assinaturas até junho para entrar na cédula de votação do ano que vem, e depois disso, ser aprovada pelos eleitores para virar lei. No entanto, sua existência já foi suficiente para incomodar os bilionários da região.
Isso porque o imposto valeria para quem já fosse residente da Califórnia em 1º de janeiro de 2026, ainda que a proposta só seja aprovada depois dessa data.
Por isso, desde que a medida foi anunciada, em dezembro do ano passado, já é possível observar um movimento de ultrarricos aquecendo o mercado imobiliário da cidade de Miami, no estado da Flórida — este que não cobra nenhum imposto estadual sobre renda.
Um deles é Mark Zuckerberg, CEO da Meta. O Wall Street Journal divulgou nesta segunda-feira (10) que o fundador do Facebook e sua esposa, Priscilla Chan, compraram uma propriedade em Indian Creek, ilha artificial conhecida como “bunker dos bilionários”. Segundo o jornal americano, o imóvel de mais de 8 mil metros quadrados deve ter sido vendido por entre US$ 150 milhões a US$ 200 milhões.
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Em uma ilha pequena e isolada às margens de Biscayne Bay, em Miami, está Indian Creek. Com apenas 41 lotes residenciais, a ilha abriga mansões de altíssimo padrão à beira mar, conectadas por uma única rua em formato de U.
Há uma única entrada e saída que conecta Indian Creek com Miami Beach, e o policiamento é constante, tanto no continente quanto no mar ao redor.
O apelido de “bunker dos bilionários” não é por acaso. Para se ter ideia, é lá onde mora Jeff Bezos, CEO da Amazon e um dos três homens mais ricos do mundo.

Entre os moradores, estão também o ex-jogador de futebol americano, Tom Brady, e a filha do presidente dos Estados Unidos, Ivanka Trump.
Ainda no fim de dezembro do ano passado, o bilionário Larry Page comprou imóveis em Miami. Segundo a Bloomberg, Page adquiriu uma mansão à beira-mar por US$ 101,5 milhões e o terreno vizinho por US$ 15 milhões. Na sequência, ainda comprou outra propriedade próxima, por US$ 71,9 milhões.
Mas diferente de Zuckerberg, o cofundador do Google optou por mansões no bairro exclusivo de Coconut Grove (e também o mais antigo de Miami, aos 150 anos). O lugar conta com ruas arborizadas e fáceis de se andar a pé e de restaurantes sofisticados, além de chamar menos atenção dos turistas.

Mas a região nem sempre foi um reduto de bilionários. Entre as décadas de 1970 e 1990, o bairro apelidado de “The Grove” (que significa “o bosque”, em tradução livre) era famoso pela vida noturna agitada na cidade e pela presença de artistas. Com o passar do tempo, porém, a cena cultural da região perdeu a força, transformando o bairro em um endereço mais residencial e discreto.
O cenário só foi mudar há dez anos atrás, com a revitalização do shopping a céu aberto CocoWalk e a chegada de condomínios de luxo. A partir daí, o bairro passou a receber coberturas milionárias, algo incomum na região até então. Durante a pandemia, o movimento ganhou força, com famílias de alta renda vindas de outros estados se interessando pelo estilo de vida de Coconut Grove.

Hoje, The Grove está entre os bairros mais cobiçados da elite americana que deseja viver com privacidade à beira mar. Mas a chegada de bilionários, como Larry Page, já começa a redesenhar o mercado imobiliário de Miami, fomentando a demanda de propriedades na cidade.

Em Coconut Grove, por exemplo, o valor médio de venda de casas para uma família atingiu US$ 2,35 milhões no quarto trimestre de 2025. O número corresponde a mais que o dobro dos US$ 995 mil registrados no mesmo período de 2019, de acordo com dados da Miller Samuel citados pela Bloomberg.
“Uma casa de US$ 10 milhões agora custa US$ 50 milhões”, afirmou Jill Balli, da ONE Sotheby’s International Realty, ao jornal.
Além da alta nos preços, há também uma redução no estoque de imóveis disponível. Isso porque muitos compradores estão adquirindo imóveis vizinhos para formar grandes complexos residenciais privados, o que limita ainda mais a oferta. O resultado é um mercado cada vez mais competitivo, principalmente para os moradores locais.
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