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Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Se a franquia de filmes “Onze homens e um segredo” fosse sobre o mercado financeiro, poderia ser rebatizada de “Cinco setores e oito empresas” que se dariam bem com a reconstrução da Venezuela, após a captura do líder do país, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos.
Embora os efeitos imediatos nos mercados tenham sido contidos devido ao isolamento do país, em longo prazo, a ressurgência venezuelana abre janelas de oportunidade em setores como infraestrutura, consumo e energia, segundo análise do BTG Pactual.
Os analistas do banco apontam que a normalização da Venezuela, somada à recuperação da Argentina, pode fortalecer a narrativa de investimento em toda a América Latina — e o investidor pessoa física brasileiro deve ficar de olho.
Algumas empresas com presença histórica ou operações remanescentes na Venezuela estão bem posicionadas para capturar o crescimento de uma economia que já foi uma das mais prósperas da região.
De acordo com análise do BTG os setores e empresas com maior potencial para se beneficiar de uma reconstrução na Venezuela são:
Essas companhias se destacam por possuírem o que o BTG chama de conhecimento local e ativos estratégicos.
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Ao contrário de novos entrantes, empresas como Cemex e Cementos Argos possuem infraestrutura logística próxima ou integrada que permite exportar para a Venezuela com custos menores.
Além disso, muitas dessas empresas têm créditos ou reivindicações legais por expropriações passadas, e uma normalização diplomática aumenta as chances de compensações ou devolução de ativos.
Segundo os analisas, a capacidade de operar de forma "autossuficiente em caixa", como já faz a Arcos Dorados, demonstra uma resiliência operacional que as coloca à frente na corrida pela reconstrução.
A normalização da Venezuela gera efeitos distintos entre os vizinhos latino-americanos, mas alguns mercados devem estar no radar dos investidores a partir de agora, segundo o BTG.
Para o Brasil, o banco destaca pontos específicos que o investidor deve monitorar:
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