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Entre as small caps, o destaque do banco é a Cruzeiro do Sul (CSED3), que apresenta uma geração de caixa robusta, de acordo com os analistas
O mercado amanheceu com forte apetite ao risco e, embaladas por esse movimento, as ações da Yduqs (YDUQ3) roubam a cena no Ibovespa nesta terça-feira (27). Logo nas primeiras horas, os papéis da gigante da educação dispararam mais de 10%, figurando entre os maiores destaques do índice.
Por volta das 13h20, YDUQ3 seguia em forte valorização, com alta de 6,88%, negociada a R$ 14,75. Na máxima do dia, chegou a saltar 10,80%, batendo R$ 15,29.
O gatilho para esse rally foi a guinada positiva do Itaú BBA: o banco revisou a recomendação de "neutra" para "compra" e elevou o preço-alvo de R$ 16 para R$ 19 até o fim de 2026. Isso significa um potencial de valorização de 37,7% sobre o fechamento da véspera (26).
Mais que isso, YDUQ3 ganhou o título de top pick, a favorita, do setor.
Segundo a equipe liderada pelo analista Vinicius Figueiredo, a ação da companhia “ficou para trás” dos seus pares após a forte valorização do setor de educação no ano passado.
“Vemos isso como uma oportunidade, dado o valuation atrativo da companhia e o potencial de robusta geração de caixa em 2026”, afirma a equipe em relatório.
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Nas contas do Itaú BBA, a Yduqs deve registrar um crescimento na receita líquida de 5% na base anual em 2026, impulsionado por uma expansão mais forte no segmento presencial, enquanto o segmento de Educação a Distância (EaD) deve enfrentar pressão em função da migração de alunos.
A rentabilidade deve permanecer praticamente estável, já que menores contingências, inadimplência e controles mais rigorosos de despesas gerais e administrativas devem ser compensados por provisões relacionadas à remuneração variável de 2025.
No relatório, os analistas do Itaú BBA também elevaram a recomendação das ações da Cogna (COGN3) de "neutra" para "compra". O novo preço-alvo é de R$ 6, o que implica em um potencial de valorização de 31,9% sobre o preço de fechamento de ontem (26).
A revisão, segundo eles, é sustentada pela melhora do momento operacional, com perspectivas consistentemente fortes para 2026 em todos os segmentos de negócios.
A equipe ainda considera que a Cogna tem um rendimento (yield) de fluxo de caixa livre ao acionista (FCFE) — isto é, o caixa disponível para os investidores após todos os compromissos da companhia — “atrativo” de 10% para este ano.
Em reação, as ações também operam em alta no Ibovespa. Por volta de 13h20 (horário de Brasília), COGN3 subia 1,98%, a R$ 4,63.
Entre as small caps, o destaque do Itaú BBA é a Cruzeiro do Sul (CSED3). A preferência se explica pela robusta geração de caixa da companhia, traduzida em um yield de FCFE projetado em 13% para 2026, além do posicionamento estratégico que a coloca como candidata natural a se beneficiar de um futuro ciclo de fusões e aquisições (M&A).
Negociada fora do Ibovespa, CSED3 avançava 1,71%, a R$ 7,14, por volta de 13h20 (horário de Brasília).
*Com informações do Money Times
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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