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O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Se você surfou a recente onda da Vale (VALE3), viu uma valorização de 25% no acumulado do ano — um desempenho de dar inveja a muito ativo de risco. Mas, como diz o ditado, nada sobe em linha reta para sempre, por isso, o Barclays decidiu que é hora de tirar o pé da mineradora.
O banco britânico rebaixou nesta segunda-feira (20) a recomendação dos ADRs (American Depoistary Receipts) da Vale de compra (overweight) para neutra (equal weight). O motivo? O papel correu tanto que o famoso desconto da Vale sumiu no horizonte. No caso dos ADRs, a alta acumulada em 2026 já é de 35%.
Historicamente, a Vale negocia com um desconto em relação às principais rivais australianas, como Rio Tinto e Fortescue. No entanto, após o rali recente, esse desconto no múltiplo valor da firma sobre o Ebitda (EV/Ebitda) caiu para 10%, o menor nível desde 2020.
Para os analistas, a conta ficou salgada. Enquanto o papel subia 35% lá fora, o preço do minério de ferro ficou praticamente estável. O resultado é um descasamento: hoje, o preço da Vale no mercado embute um minério de ferro a US$ 130 por tonelada, enquanto o preço atual no mercado spot (à vista) gira em torno de US$ 107 por tonelada.
Considerando que o Barclays projeta o minério caindo a US$ 102 em 2026 e a US$ 85 em 2028, a conclusão do banco é clara: a Vale ainda tem lenha para queimar em termos de operação, mas o preço atual da ação já consumiu boa parte desse combustível.
Na mesma ação que rebaixou a recomendação da Vale, o Barclays elevou o preço-alvo para os ADRs da mineradora de US$ 16,50 para US$ 17.
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O ajuste reflete a melhora operacional e a redução dos riscos ESG (ambientais, sociais e de governança).
O banco agora aceita pagar um múltiplo maior sobre o valor patrimonial (de 0,9x para 1,1x). Porém, como a ação já está negociando na casa dos US$ 17,43, o potencial de ganho imediato secou.
Além disso, ventos contrários estão soprando no balanço. O banco lista pelo menos três deles: petróleo em alta, câmbio e sazonalidade.
O Brent — petróleo usado como referência no mercado internacional, inclusive pela Petrobras (PETR4) — mais caro eleva o custo do frete e da produção.
Já o real mais forte pressiona os custos operacionais e aumenta o peso dos passivos relacionados a Samarco e Brumadinho.
E, por fim, entre abril e julho, o minério costuma perder força, o que pode tirar o ímpeto da ação da Vale no curto prazo.
Se o presente parece de cautela, o futuro ainda reserva gatilhos interessantes, segundo o Barclays.
O banco enxerga que os grandes catalisadores da mineradora estão concentrados em 2027 e estão divididos em três pilares:
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