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Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Por décadas, a divisão foi clara: os estados regulam a prática da medicina; o governo federal, por meio da FDA, supervisiona dispositivos médicos. A inteligência artificial, porém, embaralhou essa lógica.
Como resumiu Zach Boyd, diretor do Escritório de Políticas de IA de Utah, ao site norte-americano POLITICO, hoje existem sistemas que “talvez possamos chamar de dispositivos”, mas que afirmam exercer atividades médicas.
É justamente nessa área cinzenta que surgem os primeiros testes oficiais do uso de IA em prescrições médicas.
Utah anunciou uma parceria inédita entre o Escritório de Políticas de Inteligência Artificial do estado e a Doctronic, plataforma de saúde baseada em IA, segundo o POLITICO.
Trata-se do primeiro programa aprovado por um estado dos Estados Unidos que autoriza esse tipo de decisão médica assistida por inteligência artificial, dentro de um ambiente regulatório experimental.
A iniciativa não envolve diagnósticos complexos nem a substituição de médicos. O foco são pacientes com doenças crônicas que precisam renovar receitas com frequência.
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A escolha tem motivo. De acordo com o comunicado do estado, cerca de 80% das atividades relacionadas a medicamentos dizem respeito à renovação de prescrições. Falhas nesse processo — conhecidas como não adesão ao tratamento — estão entre os maiores entraves do sistema de saúde.
Estimativas citadas pelos responsáveis pelo projeto indicam que a interrupção de medicamentos gera mais de US$ 100 bilhões por ano em custos médicos evitáveis.
A promessa da IA é atuar exatamente nesse ponto: reduzir atrasos, evitar doses esquecidas e impedir que pacientes fiquem sem remédios por entraves burocráticos.
No modelo adotado por Utah, a IA da Doctronic está autorizada a renovar prescrições já existentes, seguindo critérios clínicos pré-estabelecidos e sob supervisão humana.
“É um princípio de médico, não de dispositivo”, afirmou o senador estadual Kirk Cullimore, patrocinador da legislação que criou o ambiente regulatório experimental, em entrevista ao POLITICO. Segundo ele, a automação deve apoiar — e não substituir — o julgamento humano.
Utah aposta em um modelo conhecido como AI Sandbox: flexibilizações regulatórias temporárias que permitem testar novas tecnologias em setores altamente regulados, como o da saúde.
A lógica é direta: testar primeiro, avaliar resultados depois e, só então, expandir. Outros estados acompanham de perto. Arizona e Texas já criaram ambientes semelhantes, e Wyoming prepara sua própria iniciativa.
O objetivo comum é encontrar caminhos seguros para a Inteligência Artificial autônoma sem comprometer a proteção ao consumidor.
Aqui está o ponto mais delicado. Enquanto os estados regulam a prática médica, o Food and Drug Administration (FDA) é responsável pelos dispositivos. Sistemas de IA que tomam decisões clínicas, porém, não se encaixam perfeitamente em nenhuma dessas categorias.
Por enquanto, Utah decidiu “cuidar da sua parte”, como disse Boyd, deixando ao FDA a tarefa de definir o que é — ou não — um dispositivo médico nesse novo contexto. É uma solução pragmática, ainda que provisória.
O projeto-piloto vai acompanhar:
Os resultados serão divulgados publicamente, com a ambição declarada de influenciar políticas estaduais e federais.
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