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Após registrar fechamentos abaixo de R$ 1, a Espaçolaser foi enquadrada pela B3 e corre risco de ser classificada como penny stock; companhia terá prazo para reverter a situação e evitar sanções como a exclusão de índices
A Espaçolaser (ESPA3) entrou na mira da B3 após suas ações registrarem fechamentos abaixo de R$ 1, acendendo o sinal vermelho para a temida condição de penny stock. O alerta foi oficializado em comunicado enviado ao mercado na noite de quarta-feira (7).
Segundo as regras da bolsa brasileira, uma ação só recebe o carimbo de penny stock quando permanece abaixo de R$ 1 por 30 pregões consecutivos. Essa classificação não é apenas simbólica: pode trazer sanções, como a exclusão de índices importantes.
No caso da Espaçolaser, a B3 apontou que desde 19 de dezembro de 2025 os papéis da companhia vêm oscilando e, em alguns pregões, chegaram a fechar na casa dos centavos.
Por volta das 12h40 (de Brasília), ESPA3 caía 2,00% no Ibovespa, aos R$ 0,98. Nos últimos seis meses, as ações da companhia acumulam perda de 16,24%.
O comunicado abre uma janela de oportunidade: se as ações da Espaçolaser conseguirem se manter acima de R$ 1 por 30 pregões consecutivos entre 6 de janeiro e 18 de fevereiro, o enquadramento será revertido.
Mas há um porém. Caso qualquer fechamento volte a ficar abaixo de R$ 1 nesse período, a empresa terá até 18 de março de 2026 para adotar medidas de reenquadramento. Entre as alternativas mais comuns está o grupamento de ações — recurso usado por companhias para ajustar o valor de mercado de seus papéis.
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*Com informações do Money Times
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