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A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano
Os controladores da Raízen (RAIZ4) desenham a proposta de ajuda à companhia de açúcar e etanol para reduzir o seu endividamento. A dívida da Raízen chegou a R$ 55,3 bilhões no último trimestre, e há uma corrida para reduzir essa pressão sobre a empresa.
A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano. As informações são da coluna Pipeline, do jornal Valor Econômico.
Seu Dinheiro entrou em contato com as companhias. A Raízen afirmou que não iria se pronunciar, assim como a Cosan. As outras não responderam até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.
A Shell e a Cosan hoje detêm 44% do capital da Raízen cada uma, com os 12% restantes nas mãos do mercado.
Em setembro do ano passado, a Cosan, holding de Rubens Ometto, levantou R$ 10 bilhões com o BTG Pactual e a empresa de investimentos Perfin, que entraram como sócios.
Dona da Raízen, da Rumo Logística e da empresa de gás Compass, entre outros negócios, a Cosan vinha sofrendo com o alto endividamento. Agora, com o caixa reforçado, a missão é reforçar sua subsidiária.
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A Cosan e fundos do BTG propuseram à Shell uma conversão de 25% da dívida da Raízen em ações.
Segundo o Valor, a companhia também seria dividida em dois, uma voltada a açúcar e etanol e a outra, com as operações de combustíveis. Ambas seriam listadas na bolsa.
A britânica apresentou ontem à noite (13) outro desenho para a dívida, sem a divisão da companhia. Para isso, ela propôs escrever um cheque maior que a de sua sócia. Ainda segundo o Valor, a ideia é trazer uma capitalização de R$ 5 bilhões, em que a Shell entraria com R$ 3,5 bilhões e o restante viria da Cosan.
Eventualmente, os sócios injetariam ainda mais capital e seguiriam com um follow-on para captar mais recursos no mercado.
A Raízen também está em um processo de vendas de ativos e já conseguiu levantar R$ 5 bilhões nos últimos 12 meses.
A venda de ativos na Argentina deve ser fechada até o final deste ano. O objetivo é chegar a uma alavancagem de 2 a 2,5 vezes ao final do processo. Para isso, a companhia precisaria de cerca de R$ 20 a R$ 25 bilhões, segundo cálculos feitos pelo UBS BB.
O problema é que a empresa sofreu sérios rebaixamentos nas suas classificações de risco por agências de rating. Isso levou a empresa a realizar um impairment de R$ 11 bilhões e registrar prejuízo de R$ 15,65 bilhões no terceiro trimestre da safra 2025/2026 (3T26). Entenda o que motivou o impairment aqui.
Só a venda de ativos que está sendo feita atualmente não será o suficiente para resolver o problema financeiro da companhia.
"A gente chega num ponto de inflexão onde claramente toda a execução do nosso plano de transformação operacional de maneira isolada não é suficiente para mitigar o desequilíbrio", afirmou o CEO, Nelson Gomes, na teleconferência com analistas sobre os resultados de ontem (13).
"Esse processo todo está sendo conduzido pela companhia em conjunto com os acionistas controladores, que se comprometeram em contribuir com capital dentro de uma solução que seja consensual, estruturante e principalmente que seja definitiva para que a companhia possa operar no longo prazo", afirmou Gomes.
Por isso, esse pacote de aumento ou injeção de capital na companhia pelos seus controladores é tão essencial para a sua sobrevivência no longo prazo.
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