O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco reduz recomendação e preço-alvo da companhia, citando recuperação lenta e margens pressionadas, enquanto papéis subiram em dia de recorde do Ibovespa
A Azzas 2154 (AZZA3) deixou de desfilar na passarela e foi levada ao backstage. O Citi rebaixou a recomendação da companhia de “compra” para “neutra/alto risco” e reduziu o preço-alvo das ações de R$ 45 para R$ 28, refletindo o ritmo mais lento da recuperação da varejista de moda.
Com o corte de quase R$ 20, o potencial de valorização frente ao fechamento é desta quinta-feira (22) de 12,4%.
Na contramão da análise, os papéis da Azzas subiram hoje, em um dia em que o Ibovespa renovou recordes e alcançou pela primeira vez os 177 mil pontos. No fechamento, AZZA3 avançou 0,69%, cotada a R$ 24,92.
Criada a partir da fusão entre Arezzo e Grupo Soma, a Azzas 2154 deve divulgar seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2025 no dia 11 de março.
O banco projeta números abaixo do consenso para Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e lucro, adotando uma postura mais conservadora, especialmente em relação à marca Hering e ao segmento de Calçados/Acessórios, que seguem enfrentando vendas fracas.
"Embora as sinergias de longo prazo e as iniciativas de eficiência possam destravar crescimento no futuro, permanecemos cautelosos diante do ritmo mais lento de recuperação dessas divisões e da contínua rotatividade na gestão", destacam os analistas.
Leia Também
Apesar de reconhecerem algum potencial de alta, os especialistas do Citi não veem motivos suficientes para sustentar a recomendação de compra.
O Citi reduziu suas estimativas de receita líquida para 2026 em aproximadamente 2%, principalmente devido a uma revisão significativa para a Hering e ao desempenho mais fraco em Calçados e Acessórios.
Apesar da margem bruta estável, os analistas apontam que o Ebitda pós-IFRS (padrão internacional de contabilidade que unifica a forma de reportar resultados) caiu 4%, com contração de margens de 40 pontos-base em 2026 e 30 pontos-base em 2027, reflexo de uma pior alavancagem operacional.
As despesas financeiras líquidas também aumentaram, já que os dividendos de 2025 consumiram o fluxo de caixa livre (FCF), somados a uma geração menor de FCF em 2026.
Essas mudanças combinadas levaram a cortes de cerca de 20% no EBT e no lucro ajustado para 2026 e 2027, implicando uma revisão negativa do consenso. “Consequentemente, iniciamos um Catalyst Watch negativo de 90 dias”, afirmam os analistas, indicando que eventos ou dados previstos para os próximos meses podem pressionar a ação.
*Com informações do Money Times
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?