🔴 JÁ SE IMAGINOU FAZENDO 35 OPERAÇÕES POR MÊS NA BOLSA, EM MÉDIA? CONHEÇA O QUICK TRADE – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

Touro da B3 andando de conversível na Faria Lima cheio de marra ibovespa
Imagem: Touro da B3. Imagem gerada por inteligência artificial

O Ibovespa disparou nos últimos dias, batendo recordes intradia e de fechamento. O principal índice de ações da bolsa brasileira superou os 177 mil pontos pela primeira vez por volta das 12h30 desta quinta-feira (22).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No fechamento, o índice registrou alta de 2,20%, aos 175.589,35 pontos. O dólar, por sua vez, caiu 0,68%, a R$ 5,2845, seguindo a desvalorização global da moeda.

Em Nova York, as bolsas também tiveram um dia de alta. O Dow Jones avançou 0,63%, enquanto o S&P 500 subiu 0,55% e o Nasdaq, 0,91%.

O que mexeu com o Ibovespa hoje?

O impulso veio do forte fluxo de capital estrangeiro para os mercados emergentes, em meio a uma rotação global de dólares.

Esse movimento tem favorecido nosso índice desde terça-feira (20) e reflete o aumento da aversão ao risco em relação ao mercado norte-americano, com investidores reduzindo exposição e promovendo a venda de títulos do Tesouro dos Estados Unidos (Treasurys).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos dias, as tensões geopolíticas escalaram, intensificadas por declarações do presidente Donald Trump no contexto da disputa pela Groenlândia. Ontem (21), o chefe da Casa Branca afirmou, em discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, que não pretende usar a força para conquistar a ilha.

Leia Também

TOUROS E URSOS #293

Eleições podem destravar IPOs e novas emissões de dívida no Brasil? CEO da Nero Capital responde

O EFEITO DAS URNAS

Depois de lucrar com a alta do Ibovespa, tubarões se protegem no mercado, de olho em eleição mais acirrada

No entanto, o presidente norte-americano recuou e disse estar próximo de um acordo em relação ao território que pertence ao Reino da Dinamarca

Trump também suspendeu as tarifas adicionais de 10% que entrariam em vigor em primeiro de fevereiro sobre produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido — países que já haviam sido alvo de medidas comerciais impostas por Trump e que estavam envolvidas nas tensões sobre a Groenlândia.

Hoje, o presidente voltou ao tema ao declarar que um acordo com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) permitiria acesso “total e permanente” dos EUA à região, sem detalhar os termos do entendimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros fatores que mexeram com o Ibovespa

Os dados econômicos dos EUA também movimentaram o pregão. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), subiu 0,2% em novembro ante outubro. O PCE é a medida de inflação de referência para o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA). Na comparação anual, a alta foi de 2,8%. Os números ficaram em linha com a expectativas do mercado.

Após o dado, o mercado manteve as apostas de manutenção dos juros pelo Fed, na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, na próxima decisão de política monetária, que acontece na próxima semana. A previsão é que a retomada do ciclo de afrouxamento monetária seja apenas a partir de junho.

A perspectiva de queda dos juros nos EUA reduz a atratividade dos títulos americanos, que passam a oferecer menor retorno com risco baixo. Com isso, investidores globais tendem a buscar alternativas mais rentáveis, favorecendo a migração de capital para mercados emergentes como o Brasil, especialmente para a bolsa e a renda fixa.

Além disso, um Fed menos restritivo costuma aliviar a pressão sobre o dólar, ajudando o real e reduzindo riscos inflacionários por aqui. Esse ambiente dá mais espaço para o Banco Central brasileiro seguir com cortes de juros, sem provocar instabilidade no câmbio ou saída relevante de recursos do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O cenário doméstico também contribui para a valorização do Ibovespa. Por aqui, a arrecadação do governo federal teve alta real de 3,65% em 2025 sobre ano anterior, somando R$ 2,887 trilhões, segundo dados divulgados pela Receita Federal nesta quinta-feira.

Esse foi o melhor resultado anual já registrado na série histórica do governo, iniciada em 1995.

Os destaques do pregão

A Cogna (COGN3) se destacou como a maior alta do Ibovespa, com avanço de 7,41%, a R$ 4,35. Essa é a segunda sessão consecutiva em que os papéis assumem a liderança do índice.

Os investidores ainda repercutem a visão positiva do BTG Pactual sobre a companhia. Ontem (21), o banco elevou a recomendação de neutra para compra e elevou o preço-alvo de R$ 4 para R$ 5.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ponta negativa, apenas sete ações tiveram perdas. RD Saúde (RADL3) liderou a lista, caindo 3,86%, negociada a R$ 24,65.

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem criada por IA traz a bandeira do Brasil de fundo e um gráfico de ações em alta 22 de outubro de 2026 - 19:45
Imagem de uma tela de computador com o Facebook aberto e símbolo da Meta no canto inferior direito 22 de outubro de 2026 - 14:32
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026; 1º turno 22 de outubro de 2026 - 11:00
20 de outubro de 2026 - 15:07
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 20 de outubro de 2026 - 12:32
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 20 de outubro de 2026 - 12:04
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 18 de outubro de 2026 - 15:30
Logo da Petrobras e, ao fundo, ilustração de barris de petróleo e gráfico de ações 17 de outubro de 2026 - 9:58
Em um fundo com gráficos e correntes, Bruno Marques, gestor de multimercados macro da XP Asset, aparece em primeiro plano. Ele usa camisa azul clara e malha azul marinho. Do lado esquerdo, a pergunta: Juros vão travar a bolsa? 16 de outubro de 2026 - 12:17
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar