O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil

O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil, diz um texto na revista The Economist.
Juros altos são um problema para empresas, que pagam mais caro para pegar empréstimos e financiar seu crescimento, para consumidores, que também têm mais dificuldade em tomar crédito, e para o governo, que também tem custos maiores com sua dívida.
Esses problemas não são exclusivos dos brasileiros, e deveriam gerar um alerta entre diversos países que estão com as taxas básicas em níveis considerados históricos.
A dívida pública brasileira, de 66% do PIB, é alta para padrões de países em desenvolvimento, mas baixa para países ricos.
No entanto, os custos para pagar essa dívida são altíssimos, aponta a publicação londrina. Apesar do resultado primário entre receitas e despesas do governo estar praticamente estável, o governo precisará aumentar sua dívida em 8% do PIB ao ano apenas para pagar os juros.
E fechar o déficit com mais austeridade no governo é improvável, diz a publicação, pela proximidade das eleições.
Leia Também
"Você pode achar que governos em lugares mais ricos estão fiscalmente apertados, mas Estados Unidos, Reino Unido, França e Itália ainda desfrutam de custos de empréstimo na faixa de dígitos simples", afirma a The Economist. Para esses países ricos, um equilíbrio no orçamento primário, entre receitas e despesas, seria o suficiente para manter as dívidas sob controle.
Enquanto isso, a Selic está na faixa dos dois dígitos, em 15% ao ano, e não deve deixar esse patamar tão cedo. "Em contraste, o Brasil provavelmente precisaria registrar um superávit primário de cerca de 5% para manter sua dívida estável, caso as taxas de juros não caiam", diz a matéria.
Entre os motivos para o aumento de gastos, a publicação cita o aumento nas despesas com previdência e a correlação entre o pagamento das aposentadorias e o salário mínimo. "Sem reformas, até 2050 o país gastará mais com aposentadorias do que países mais ricos e mais envelhecidos", escreve a revista.
CHATGPT PARA ADOLESCENTES
COMO FICA
MEIO MILIONÁRIOS
SEM ‘BALA DE PRATA’
VIGILÂNCIA SANITÁRIA
JUROS COMPOSTOS
MARCO HISTÓRICO
ALIANÇA DE PESO
ABECIP SUMMIT 2026
NÃO HÁ BÔNUS SEM ÔNUS
BOLA DIVIDIDA
VAI VIRAR SUPER
ABECIP SUMMIT 2026
ARREPENDIDO?
CERCO FECHADO
FRAMBOESA DE OURO NELE
FOCO NOS RICAÇOS
Conteúdo BTG Pactual
PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO