🔴 CHEGOU A HORA DE PROGRAMAR OS SEUS AGENTES DE IA – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

CONFERÊNCIA ANUAL DO BC

Galípolo vê sinais de estagflação e admite: ‘o barco do Banco Central foi desenhado para outra tempestade’

Embora assuma que o BC não tem por hábito lidar com esse tipo de clima, ele ressalta que a autarquia não perderá de vista o objetivo principal: controlar a inflação

Presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, com a mão na cabeça.
Presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo - Imagem: Flickr Banco Central

O mercado global vem exigindo que o investidor tenha estômago de marinheiro experiente para conseguir navegar suas águas turbulentas. Mas, nesta quarta-feira (13), o capitão do Banco Central, Gabriel Galípolo, subiu ao convés para dar as coordenadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a Conferência Anual do Banco Central do Brasil, Galípolo tocou na ferida que analistas e economistas estão tentando evitar: o fenômeno que estamos vivendo não é uma inflação tradicional, e o “barco” da autarquia não foi desenhado para enfrentar a tempestade que cai sobre o país. 

“A gente vê uma rejeição ao uso do termo ‘estagflação’, justamente por sinalizar que o evento atual se trata menos de uma inflação tradicional, que é a pressão dos preços em função de uma elevação na demanda, mas, sim, de algo que advém de outra natureza”, disse ele durante a palestra. 

Na visão de Galípolo, o mercado hoje possui uma dinâmica mais complexa, marcada por conflitos geopolíticos e efeitos climáticos, que pressionam a oferta. No entanto, os bancos centrais foram originalmente desenhados para enfrentar pressões inflacionárias ligadas ao excesso de demanda. 

Vale lembrar que a fala do presidente do BC ocorre em meio a um cenário de aumento da pressão inflacionária sobre as principais economias do mundo, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio, que vem levando a alta dos preços do petróleo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contra um furacão que vem de fora, a bússola tradicional da política monetária parece ter mais dificuldade em encontrar o norte. “Nosso barco foi desenhado para enfrentar outro tipo de tempestade”, afirmou.

Leia Também

CASAS DE APOSTAS

R$ 1,7 bilhão na mesa: bets terão de devolver dinheiro a 22,9 milhões de apostadores após MP de Lula

O PREÇO DAS ELEIÇÕES

Sem rali eleitoral? Gatilho para a bolsa brasileira fica para depois das eleições; saiba qual é, segundo o JP Morgan

Terra à vista? O direcionamento do Banco Central sob o leme de Galípolo

Embora assuma que o BC não costuma lidar com esse tipo de tempestade, Galípolo ressaltou que a autarquia seguirá vigilante aos “efeitos de segunda ordem” e não perderá de vista o objetivo principal de controlar a inflação. 

Até porque, na visão do presidente do BC, essa distinção é importante para os modelos, mas admite que a terminologia não resolve a dissonância entre os números oficiais e o sentimento das pessoas. 

Galípolo ainda destacou que esse é o quarto choque de oferta em menos de seis anos, afetando diretamente a percepção da população sobre o custo de vida. Para ele, esse cenário cria um desafio adicional para a credibilidade das autoridades monetárias. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a tempestade engrossando, o presidente do BC avalia que o principal desafio neste momento é separar os efeitos temporários dos chamados efeitos de segunda ordem, que surgem quando a alta inicial de preços começa a contaminar expectativas, salários e outros setores da economia. 

Ainda assim, Galípolo vê o BC como uma embarcação capaz de atravessar períodos de forte turbulência.  

“O Banco Central, toda vez que for colocado em desafio, vai seguir dando essa resposta. Não vai se desviar daquilo que é o seu objetivo, que é o controle do processo inflacionário”, afirmou. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bill Gates 27 de setembro de 2026 - 17:01
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar