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Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
A grande missão de Guilherme Cavalcanti, quando assumiu a função de CFO na JBS (JBSS32), em 2019, era reduzir o custo da dívida da empresa e concluir a listagem nos EUA.
Nos últimos anos, a companhia reformulou sua operação financeira, ao reduzir o custo da dívida e alongar os pagamentos. Estreou na bolsa de valores de Nova York (NYSE) em junho de 2025 sob o ticker JBS e, no Brasil, é negociada pela BDR JBSS32.
O que levanta a pergunta: qual será a sua próxima tarefa na companhia? E, mais que isso, qual seria o ganho para o investidor no frigorífico? "Acreditamos que há espaço para mais", diz o BTG Pactual em relatório, após conversa com a liderança da companhia.
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, acredita o banco. Ela pode ser elegível a entrar em grandes índices do mercado acionário, que reúnem empresas com certas características e são acompanhados de perto pelos investidores.
Isso pode fazer a ação se valorizar e ter mais liquidez, já que há fundos e investidores que compram apenas ações por meio de carteiras de índices. Também é o caso de ETFs que seguem essas carteiras teóricas.
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Claro, o ápice seria entrar na carteira do índice S&P 500, que reúne as cerca de 500 empresas de maior valor de mercado do mercado norte-americano e concentra 80% de todo o valor de mercado do país. Seria o equivalente ao nosso Ibovespa, o mais importante da B3.
Não só isso traria credibilidade à companhia, mas elevaria a ação a novos valores. A estimativa do banco é que a entrada nesse índice pode elevar o fluxo para a ação em US$ 3 bilhões.
Mas há um caminho longo até chegar lá — e muitos outros índices para alcançar. Segundo o BTG, o índice Russell devem ser o próximo passo: a companhia de frigoríficos preenche os critérios do índice das 2 mil empresas small caps do mercado, com menor capitalização e liquidez.
Se a empresa compusesse esse índice, o fluxo potencial que poderia passar para a ação superaria o valor diário negociado hoje em três a quatro vezes. Ou seja, a liquidez do papel também aumentaria muito.
Para entrar nos índices da S&P, há certos formulários que a empresa precisa passar a preencher. Além disso, a quantidade de ações em circulação precisa ultrapassar os 50% do total.
Atualmente, a holding J&F, dos irmãos Batista, tem 46,22%, o BNDESPar, braço de participações e investimentos da empresa pública, tem 17,34% e há 8,13% de ações em tesouraria — no mercado circulam apenas 28,31% das ações. Para essa listagem, seria necessário que o BNDES reduzisse sua participação, acredita o BTG.
Além disso, é necessário ter um valor de mercado de pelo menos US$ 22,7 bilhões para entrar no S&P 500, e 12 meses de listagem nos EUA.
Cada um desses marcos leva tempo, mas o BTG está confiante que isso pode ser conquistado no médio e longo prazo.
A situação da escassez de rebanhos nos EUA continua a pressionar as margens da divisão de carne bovina da JBS, mas o banco reitera que a diversificação da empresa a ajuda a absorver esse momento de baixa, preservando capacidade e investimento de suas plantas no país.
Dessa forma, a empresa pode se posicionar para voltar a crescer, enquanto o resto da indústria no país ainda patina.
A empresa mantém planos de investir cerca de US$ 1,3 bilhão em sua expansão neste ano, valor superior ao de anos anteriores.
Outro tema discutido entre os especialistas do banco e a gestão da JBS foram as novas diretrizes alimentares e o debate mais amplo em torno de hábitos de consumo mais saudáveis. A visão da JBS é que a direção geral ainda parece amplamente favorável ao consumo de proteínas.
Por outro lado, empresas com maior exposição a categorias de alimentos processados podem enfrentar mais desafios para sustentar a demanda ao longo do tempo.
Para a JBS, isso pode eventualmente afetar algumas de suas linhas de alimentos processados e também reduzir o incentivo para o tipo de atividade de M&A que havia se tornado comum no segmento.
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