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Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
Enquanto o mundo digere o cessar-fogo entre EUA, Israel e Irã, o mercado de fundos imobiliários também conta com agitos nesta quarta-feira (8), mas de outra natureza: a da aquisição. Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje.
O Bresco Logística (BRCO11) anunciou um novo aditivo ao contrato com a Pague Menos (PGMN3), que estende a locação da empresa por mais 10 anos, com prazo para abril de 2036.
Segundo o documento divulgado na noite de ontem (7), esse é o oitavo aditivo com a companhia, que é inquilina do galpão Bresco Simões Filho, localizado na região metropolitana de Salvador (BA).
Ele não foi o único a abocanhar um inquilino. O Capitânia Logística (CPLG11) firmou um contrato de locação com a Amazon, referente a um galpão que será construído em São José dos Pinhais, no Paraná (PR).
Já o fundo imobiliário REC Recebíveis (RECR11) aprovou a realização de sua 13ª emissão de cotas, com volume de R$ 409,9 milhões. Vale lembrar que o RECR11 é focado majoritariamente em recebíveis imobiliários, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
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Confira os detalhes das três operações a seguir:
Além de estender o prazo da locação, o acordo entre a empresa do varejo farmacêutico e o Bresco Logística incluiu um reajuste no valor do aluguel em 9,1%.
Em contrapartida, o FII deu um desconto temporário de R$ 1,50 por metro quadrado nos primeiros 12 meses. O índice de correção anual também foi alterado para o IPCA.
O contrato prevê ainda aviso prévio de cinco meses em caso de saída antecipada da inquilina. A multa rescisória foi definida como o equivalente a seis meses de aluguel, ajustada pela inflação e proporcional ao tempo restante do contrato, com acréscimo dos descontos oferecidos.
Apesar de representar cerca de 2,2% da área bruta locável (ABL) do BRCO11, a Pague Menos tem impacto operacional relevante no fundo: com a renovação, o imóvel segue com a vacância física zerada.
Além da rede de farmácias, empresas como FedEx, Next Power, BNRV e Arctech Solar também figuram entre os locatários do galpão.
O acordo entre Amazon e o FII Capitânia Logística terá prazo de 10 anos, contados a partir da data de entrega do ativo à inquilina, e prevê reajuste anual do aluguel pela variação do IPCA.
O contrato segue o modelo built to suit (BTS), no qual o imóvel é desenvolvido ou adaptado sob medida para atender às necessidades da varejista.
O empreendimento, com área bruta locável de 60,7 mil metros quadrados, será integralmente ocupado pela gigante do e-commerce. O fundo deterá participação de 77% no ativo.
De acordo com o CPLG11, o galpão será classificado como padrão AAA — isto é, premium —, com especificações técnicas de alto nível, incluindo 12 metros de pé-direito livre e 148 docas.
As obras no espaço tiveram início em março de 2026, e a previsão é de que o imóvel seja entregue já em dezembro deste ano.
Segundo o FII, a transação está alinhada à estratégia de investir em ativos logísticos, com foco em locatários de primeira linha e contratos de longo prazo.
A conclusão definitiva da operação, porém, ainda depende do cumprimento de condições precedentes, como auditorias jurídica e técnica.
REC Recebíveis (RECR11) aprovou a realização de sua 13ª emissão de cotas, com volume de R$ 409,9 milhões — e o FII já sabe o que fazer com a bolada. De acordo com o fato relevante, os recursos serão destinados à aquisição de ativos "alinhados à política de investimento do fundo".
Apesar da oferta chamativa, o REC Recebíveis informou que ela poderá ser reduzida caso haja distribuição parcial, desde que seja atingido o montante mínimo de aproximadamente R$ 30 milhões. Caso fique abaixo disso, a operação será cancelada.
A distribuição terá prazo de até 180 dias, e, de acordo com o RECR11, não haverá lote adicional ou suplementar.
A oferta será destinada a investidores em geral, sendo que os mais de 173 mil cotistas atuais do fundo terão direito de preferência, que não poderá ser negociado, com fator de proporção de 0,17419487816.
*Com informações do Money Times.
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