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Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Apesar da forte alta de 1,79% na última sexta-feira (20), quando encerrou cotado a R$ 5,3092, o dólar à vista não conseguiu sustentar o movimento ao longo da semana e fechou o período com leve queda de 0,13%, mesmo em meio à escalada do conflito no Irã.
A valorização mais intensa no fim da semana veio na esteira de rumores sobre uma possível ofensiva terrestre dos Estados Unidos no país persa, o que elevou a aversão ao risco global e reforçou a busca pela moeda norte-americana como ativo de proteção.
Ao longo dos últimos dias, o câmbio também reagiu à decisões de política monetária. Na quarta-feira (25), o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) manteve os juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, como amplamente esperado.
Diante da pressão geopolítica, o mercado zerou as apostas de um corte nos juros por lá até dezembro deste ano e agora precificam setembro de 2027 como o mês mais provável para retomada do ciclo de afrouxamento monetário.
Para a próxima decisão do Fed, em abril, a ferramenta do CME Group aponta 89,7% de chance de o BC manter os juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano. A probabilidade de alta de 0,25 ponto percentual, que levaria os juros para o intervalo de 3,75% a 4,00% ao ano, era de 10,3%.
Já no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou a flexibilização ao cortar a Selic de 15,00% para 14,75% ao ano — o primeiro movimento nessa direção desde julho —, adicionando mais um fator à dinâmica do dólar frente ao real.
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Na sexta-feira, o 21º dia do conflito de EUA e Israel contra o Irã, Tel-Aviv voltou a atacar Teerã, ainda que respeitando a ordem de Washington contra o alvo em instalações de petróleo e gás natural, enquanto drones iranianos atingiram uma refinaria no Kuwait, e explosões foram registradas em Dubai.
A Rússia manifestou preocupação pelo avanço da área atingida pelas ofensivas americanas e israelenses e alertou para o risco de escalada na guerra.
No final da tarde de sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que “está no processo de resolver a situação no Irã”, mas sem mencionar uma perspectiva de cessar-fogo.
“Não fazemos cessar-fogo quando estamos vencendo e o outro lado está destruído.Estamos muito adiantados no cronograma”, disse o presidente norte-americano.
Mais cedo, a CBS News informou que autoridades do Pentágono fizeram preparativos detalhados para a possível mobilização de forças terrestres dos Estados Unidos no Irã.
“O mercado voltou a focar nas incertezas em torno de um conflito de maior duração especialmente após notícias de uma possível incursão terrestre dos Estados Unidos no Irã. Esse movimento elevou de forma relevante o risco de um choque adicional nos preços de energia, com o petróleo avançando para níveis acima de US$ 110 por barril”, afirmou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.
O contrato futuro do Brent para maio, referência para o mercado global, fechou com alta de 3,26%, a US$ 112,19 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Ao longo da semana, o preço chegou a ultrapassar os US$ 119.
O temor de um novo choque inflacionário diante da escalada dos preços do petróleo fez com que o mercado seguisse reavaliando as expectativas para a trajetória dos juros globais.
Com informações Money Times
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