O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta da estatal seguiria outra oferta bilionária de dívida anunciada na semana passada, a da Vale
A Petrobras (PETR3; PETR4) comunicou ao mercado na noite desta segunda-feira (26) que está considerando uma potencial emissão de debêntures incentivadas no montante de até R$ 3 bilhões.
As debêntures incentivadas são títulos de dívida utilizados pelas empresas para captar recursos para o investimento em infraestrutura, ficando isentos de imposto de renda para os investidores pessoas físicas.
A estatal, no entanto, não deu detalhes sobre a emissão, que ainda está em discussão e está sujeita às aprovações internas competentes, diz o fato relevante protocolado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Na semana passada, outra gigante da B3 já havia anunciado uma emissão bilionária de debêntures incentivadas: a Vale (VALE3).
A captação projetada pela mineradora é de R$ 6 bilhões, e a oferta será destinada apenas a investidores profissionais, aqueles com mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras.
Um ponto chama a atenção na oferta da mineradora: o fato de que o retorno das debêntures será inferior ao dos títulos públicos Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B) de mesmo prazo, ou seja, terão spread negativo.
Leia Também
A Selic elevada e a grande demanda por debêntures incentivadas têm feito com que as empresas consideradas melhores pagadoras consigam emitir dívida pagando juros menores que o próprio governo federal.
Como as debêntures em questão são isentas de IR, ainda assim seu retorno fica mais interessante que a rentabilidade líquida dos títulos públicos correspondentes, uma vez que estes são tributados.
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR
Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros
Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI
Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira
A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta
Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor
Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado
Depois dos bonds, debêntures da Raízen derretem no mercado secundário, com abertura de até 40 pontos percentuais em taxas