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Localizada a menos de 4 km da Casa Branca, a residência permitirá ao dono da Meta uma maior proximidade com presidente norte-americano
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, comprou uma mansão de US$ 23 milhões em Washington, capital dos Estados Unidos. A compra feita pelo criador do Facebook é a terceira mais cara na história da cidade e faz parte dos esforços de alguns bilionários para estar no grupo “amigos” do presidente norte-americano, Donald Trump.
A identidade do comprador da mansão de cerca de 1.400 metros quadrados era especulada, já que Washington se tornou um hotspot para empresários de alto perfil e donos de fortunas bilionárias nos meses após a vitória de Trump nas eleições.
Localizada a menos de 4 km da Casa Branca, a residência permitirá a Zuckerberg uma maior proximidade com Trump — uma mudança de postura do CEO que tenta conseguir entrar nas graças do presidente norte-americano depois da reeleição.
Entre os esforços de Zuckerberg está a doação de US$ 1 milhão ao fundo inaugural do republicano como forma de ajudar a esquecer as críticas tecidas pelo fundador do Facebook durante seu primeiro mandato.
Washington se tornou um ponto concorrido entre os empresários mais ricos do país, que disputam a atenção de Trump. O fundador da Amazon, Jeff Bezos; o cofundador do PayPal, Peter Thiel; e o CEO do Google, Eric Schmidt, também possuem imóveis na região.
O imóvel foi arrematado um dia após ser anunciado — em 3 de março — pelo valor original pedido pelos antigos donos, de acordo com registros consultados pela agência Realtor.com, e chegou a ter sua visualização no Google Maps borrada após a venda — o que aumentou ainda mais a curiosidade sobre o novo dono.
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O negócio foi conduzido de forma privada dado o curto intervalo de tempo entre a oferta e a conclusão da compra, apesar da listagem do imóvel ter sido tornada pública, de acordo com o Market Watch.
Segundo o porta-voz da Meta, Zuckerberg teria sentido a necessidade de ter residência em Washington para que o CEO “passe mais tempo [na capital], à medida que a empresa continua trabalhando em questões de política relacionadas à liderança tecnológica americana”.
A compra ocorre após a mais recente visita de Zuckerberg à Casa Branca, em 2 de abril, como parte dos esforços da Meta para que Trump e seus assessores encerrem o processo de antitruste movido pela Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) contra a empresa do bilionário, que tem o julgamento marcado para começar em 14 de abril.
Zuckerberg se tornou visita recorrente da residência oficial do presidente norte-americano.
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Desde a reeleição, o CEO já visitou três vezes a Casa Branca, com fontes internas afirmando ao Wall Street Journal que “alguns assessores de Trump têm demonstrado frustração com a estratégia de lobby da empresa, considerando-a excessivamente agressiva”.
*Com informações de Market Watch e Wall Street Journal
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