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O ouro voltou a renovar máximas nesta terça-feira (23), pelo segundo dia consecutivo, e foi seguido de perto pela prata, que superou os US$ 70 por onça

Tudo o que reluz é ouro. Subvertendo a lógica do ditado popular, o metal precioso renova recordes pelo segundo dia seguido e leva (de novo) com ele a prata, que também atingiu uma nova máxima histórica. Os valores impressionam, mas há quem diga que há espaço para mais.
Os contratos futuros de ouro para entrega em fevereiro subiram 0,81%, para US$ 4,505,70 por onça-troy, depois de baterem em US$ 4.530,80 por onça na máxima do dia.
Os contratos futuros de prata para março ultrapassaram pela primeira vez US$ 70 a onça, encerrando o pregão com ganho ainda mais expressivo: US$ 71,13, uma alta de 3,75%.
Vale lembrar que o ouro é geralmente visto como um investimento seguro em tempos de incerteza econômica ou geopolítica e é frequentemente usado como proteção.
Os recordes do ouro não foram uma novidade neste ano. O metal precioso quebrou vários recordes de preços à medida que a confiança do investidor em relação a ativos de risco se deteriorou em meio a temores de uma bolha de inteligência artificial (IA).
Mas não foi só isso. As incertezas envolvendo o próximo presidente do Federal Reserve, com previsão de posse para 2026, e o aumento de tensões geopolíticas também contribui para que o outro atingisse novas máximas.
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O movimento de compra por parte dos bancos centrais que buscam diversificar reservas também foi fundamental para o aumento de preços neste ano.
E há quem diga que há espaço para mais. Christopher Lewis, analista sênior da FX Empire, diz que os mercados continuarão otimistas, sem perspectiva de mudanças no curto prazo.
“Onde o ouro vai parar? Não sei. Eu estaria mentindo se dissesse até onde os preços podem ir, mas se você usar a análise técnica básica, o movimento atual sugere que vamos para US$ 4.900, e acho que se chegarmos lá, o mercado tentará alcançar US$ 5.000. Não vejo nenhum motivo para que isso não aconteça”, afirmou.
David Neuhauser, CIO da Livermore Partners, é ainda mais positivo e diz que o ouro ainda tem espaço para subir, podendo chegar a US$ 6.000 por onça.
“Acredito que todos os metais, em sua maioria, estão subindo porque estavam subvalorizados e existe o risco adicional de a dívida global explodir. Portanto, é preciso possuir ativos que protejam contra essa desvalorização. É isso que estamos vendo agora. É um sinal claro e evidente, e que pode continuar por algum tempo”, disse Neuhauser ao programa "Access Middle East" da CNBC.
De olho na disparada do ouro, muito investidor pode se perguntar se vale a pena ter exposição ao metal precioso no momento em que os preços sobem.
Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, diz que sim. “É uma recomendação antiga da casa. Em uma abordagem de alocação, como proteção, ainda acredito que precisamos ter uma parte dos investimentos em ouro”, afirma.
Lewis, da FX Empire, complementa: “retrações de curto prazo continuarão sendo oportunidades de compra e tudo indica que uma correção oferecerá valor que os investidores poderão aproveitar”.
Os analistas, no entanto, alertam que apenas uma parte da alocação deve estar no ouro, e não uma exposição única e exclusiva.
Uma das maneiras de se expor ao ouro é por meio dos ETFs, fundos negociados em bolsa — na bolsa brasileira, temos o GOLD11.
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