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Representantes norte-americanos e chineses se encontraram por dois dias na Suíça, mas o resultado das conversas só será detalhado na segunda-feira (12); por enquanto, o que se sabe é que houve progresso
Ainda não foi dessa vez que EUA e China se acertaram sobre uma trégua na guerra comercial travada por Donald Trump — e também não será neste domingo (11) que os detalhes dos dois dias de negociações serão conhecidos. O governo norte-americano só vai falar sobre o que foi conversado na segunda-feira (12).
Mas, ao que tudo indica, as notícias são positivas. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que liderou a delegação norte-americana disse hoje que o encontro com autoridades chinesas levou a "progressos substanciais" nas negociações comerciais.
Representantes dos EUA e da China se encontraram inicialmente no sábado (10), em Genebra, na Suíça. Depois de 10 horas de conversas, não chegaram a um entendimento e decidiram voltar a se reunir hoje.
Em declaração à imprensa, Bessent disse que as conversas foram produtivas e que falou com Trump, que está "completamente informado" dos encontros. No entanto, os detalhes só serão divulgados amanhã de manhã, segundo ele.
O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, que participou das negociações com Bessent, disse que os dois dias foram construtivos.
“É importante entender quão rapidamente conseguimos chegar a um acordo, o que mostrou que talvez as diferenças não fossem tão grandes quanto pensávamos”, disse.
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“Lembrem do porque estamos aqui em primeiro lugar, que é o enorme déficit comercial dos EUA, de US$ 1,2 trilhão, que levou o presidente a declarar uma emergência nacional. Estamos confiantes de que o acordo que firmamos com nossos parceiros chineses nos ajudará a trabalhar para resolver essa emergência”, acrescentou.
Enquanto os representantes de EUA e China estavam reunidos na Suíça, as tarifas de Trump começavam a pegar em cheio as primeiras empresas e produtos que atracavam nos portos norte-americanos no sábado (10).
Entre as primeiras empresas que sentiram os efeitos da tarifa pesada de Trump estão: Amazon, Home Depot, Ikea, Ralph Lauren e Tractor Supply — todas elas têm produtos chineses nesses contêineres.
Além de utensílios domésticos, vestuário e móveis, a Amazon, por exemplo, importou uma grande variedade de produtos em nome de vendedores, incluindo geladeiras, fritadeiras, mousepads, estantes e sofás.
As remessas da Tractor Supply incluem ventiladores portáteis, ferramentas de jardinagem e botas de trabalho masculinas. Luminárias e ventiladores de teto foram despachados pela alfândega para a Home Depot.
Móveis da Ikea, óculos de natação e toucas de natação da Speedo; porta-lenços de papel da Procter & Gamble; placas de circuito impresso, micro-ondas e peças para geladeiras da Samsung; suéteres, caxemira e blazers da Ralph Lauren; calçados da Dr. Martens, máquinas de lavar, ar-condicionado, fogões, geladeiras e lava-louças da LG e peças de computador da Lenovo estão entre os produtos chineses nos contêineres.
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