🔴 OPÇÕES NA BOLSA: GANHOS ALTOS PODEM ACONTECER NO CURTÍSSIMO PRAZO – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

QUEM GANHA E QUEM PERDE

Dólar fraco e juros altos nos EUA — o cenário do Itaú BBA para 2025 tem a China fortalecida após tarifas

Retomada das tarifas de importação diminuiu o otimismo do mercado em relação a corte de juros nos EUA e colocou em dúvida — de novo — a preferência pelo dólar

dólar Estados Unidos
Imagem: Montagem: Julia Shikota

Prepare-se para ver o dólar mais fraco daqui para a frente. Segundo o Itaú BBA, este cenário veio para ficar diante da combinação de fatores econômicos e políticos que estão agindo sobre os EUA nesta segunda gestão de Donald Trump. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A política errática de tarifas de importação, riscos geopolíticos envolvendo guerras e ataques à independência do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), são apontados como os pontos críticos de confiança no dólar no momento. 

Soma-se a isso o cenário fiscal norte-americano, que só piora. O Congresso aprovou no último mês um pacote que prevê um déficit fiscal de 6,5% a 7% do Produto Interno Bruto (PIB)  nos próximos anos, um patamar sem precedentes em tempos de paz. 

  • VEJA MAIS: As recomendações dos especialistas que participaram do evento “Onde Investir no 2º Semestre” já estão reunidas em um e-book gratuito; baixe agora

Esse aumento da dívida pública pressiona os juros de longo prazo no país e torna os ativos dos EUA menos atraentes para investidores globais. Na prática, isso se converte em saída do dólar para ativos de outros países.   

Um dado importante que fortalece a tese, segundo o relatório do Itaú BBA, é o alto déficit em conta corrente (quando um país gasta mais no exterior do que recebe por meio de suas transações internacionais) dos EUA. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No primeiro trimestre de 2025, o saldo negativo atingiu 6% do PIB. Historicamente, déficits acima de 4% tendem a levar à depreciação do dólar, e para que esse déficit volte à média histórica, seria necessária uma desvalorização adicional de 30% da moeda.

Leia Também

BALANÇOS

Foguete decola, streaming trava: SpaceX sobe e Netflix cai após resultados trimestrais; entenda os números

DE PARIS A MARSELHA

Ruas em chamas na França, mercados pegam fogo na Europa — e isso mexe com os investimentos

“Esses fatores de questionamento do excepcionalismo norte-americano levaram a uma diminuição da sensibilidade e a um descolamento da relação entre a moeda e os juros, algo que tende a continuar a frente”, diz o relatório.

Dólar vs. moedas estrangeiras

A fraqueza do dólar, no entanto, pode não ser sentida igualmente em todos os países. 

Os analistas do BBA ponderam que países que tenham aumentos de tarifas relativamente maiores que o restante do mundo e/ou tenham mais desafios domésticos podem ter o prêmio de risco compensando o efeito global do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que é exatamente o caso do Brasil. 

O Brasil, até o momento, é o país com maior aumento de tarifa na comparação com o anúncio de abril, o que tende a elevar a percepção de risco dos ativos por aqui.  Na semana passada, o real reverteu parte da valorização no ano e o dólar avançou 2,26%, a R$ 5,55. 

O euro tem sido “o novo dólar” para os investidores globais. Segundo o BBA, a moeda única vai seguir na preferência e deve bater US$ 1,20, ante previsão anterior de US$ 1,12. 

Já o índice dólar (DXY), que compara a moeda norte-americana a seis divisas fortes, deve fechar o ano em 95,8 pontos, ante a previsão anterior de 99,8 pontos. Em 2024, o DXY fechou em 108,5 pontos, após renovar recordes acima de 110 pontos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juros nos EUA: Fed deve pensar duas vezes antes de cortar 

O Itaú BBA prevê que o Fed fará apenas um corte de juros este ano, em dezembro.

O consenso do mercado é outro: três cortes de juros em 2025, o primeiro em setembro. 

A cautela do BBA se deve ao mercado de trabalho resiliente e aquecido nos EUA, além dos riscos para a inflação diante da nova rodada de tarifas de importação. 

Nos últimos três meses foram criados em média 150 mil novos empregos, e a taxa de desemprego permanece baixa, em 4,1%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora o impacto das tarifas ainda não pressione as contas dos consumidores, os analistas do banco esperam que esse "choque inflacionário" seja relevante depois de 1º de agosto, quando devem começar para valer. 

A projeção do Itaú BBA é de que o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) aumente para 3,8% e o núcleo do índice de preços de gastos com consumo Pessoal (PCE) — a medida preferida do Fed para a inflação — suba para 3,5%.

A ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), realizada em junho, mostrou uma divisão clara entre os membros sobre a necessidade de cortes de juros. 

Essa falta de consenso, somada à atividade econômica resiliente e aos efeitos das tarifas na inflação, sugere que os cortes de juros serão adiados, segundo o relatório. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do Fed, Jerome Powell, chegou a sinalizar com um corte em setembro, mas o relatório afirma que esse cenário só ganharia força se a inflação desacelerasse bem mais do que o esperado até lá ou se o mercado de trabalho enfraquecesse rapidamente.

China agora é estável? 

Enquanto outras grandes economias navegam em cenários de incerteza, a China se destaca pela estabilidade das perspectivas, segundo o BBA. 

As projeções de crescimento do PIB chinês foram mantidas: 4,5% para 2025 e 4,0% para 2026. 

A economia chinesa tem se mostrado resiliente neste ano, impulsionada por dois pilares principais:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Exportações além dos EUA: os produtos chineses estão encontrando novos mercados e sendo redirecionados para outros países asiáticos, mantendo um ritmo positivo de exportação. 
  • Pacote fiscal em ação: o governo chinês tem sido eficiente na implementação de seu pacote de estímulos fiscais, um passo fundamental para sustentar o investimento em infraestrutura. Além disso, subsídios para a compra de eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis têm dado impulso ao consumo interno.

Esses fatores, combinados com um choque na atividade menor do que o esperado no auge das tensões comerciais, diminuíram a necessidade de novos estímulos adicionais, segundo o BBA —- pelo menos por enquanto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 14 de outubro de 2026 - 17:16
Wall Street, mercado norte-americano, EUA, bolsas carteira internacional 14 de outubro de 2026 - 14:06
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 13 de outubro de 2026 - 17:32
Em um fundo rosa claro, vários dispositivos da Apple para o lar aparecem na parte inferior da imagem. Na parte superior, a frase: Welcome, HomeView 13 de outubro de 2026 - 13:31
Montagem que traz o prédio da Apple ao lado esquerdo, com o símbolo da maçã ao lado, e Elon Musk no lado direito, olhando para a maçã 12 de outubro de 2026 - 18:45
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 12 de outubro de 2026 - 16:31
Imagem gerada por IA mostra Warren Buffett lendo 'A Arte da Guerra' na frente de uma lareira. 12 de outubro de 2026 - 11:57
prêmio nobel 10 de outubro de 2026 - 7:48

UM RISCO NEM TÃO ADMINISTRADO ASSIM

O Nobel de Economia que alertou para o risco e viu seu fundo perder 44% em um mês

10 de outubro de 2026 - 7:48
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 9 de outubro de 2026 - 18:31
prêmio nobel 9 de outubro de 2026 - 8:35
prêmio nobel 8 de outubro de 2026 - 8:49
prêmio nobel 7 de outubro de 2026 - 10:17
prêmio nobel 5 de outubro de 2026 - 13:39
Brasil segue sem um Nobel oficial, mas já teve um filho de estrangeiros nascido no Rio, um físico injustiçado e a primeira vencedora do “Nobel da Agricultura 3 de outubro de 2026 - 7:14
Henry Kissinger 2 de outubro de 2026 - 15:05

NÃO ACEITAMOS DEVOLUÇÃO

Henry Kissinger, o Nobel da Paz que tentou devolver o prêmio, mas não conseguiu

2 de outubro de 2026 - 15:05
Peter Handke 30 de setembro de 2026 - 16:32
nvidia ações nvda ia 28 de setembro de 2026 - 19:18
Montagem com um fundo com notas de dólares e, ao centro, uma mão segurando um iPhone Duo aberto. 28 de setembro de 2026 - 14:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar