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Apesar de ter desempenhado papéis de peso em filmes como Máquina Mortífera e Mad Max, é outra condição que credencia o astro de Hollywood a tentar convencer o presidente norte-americano dessa vez; entenda essa história

O ator Mel Gibson é conhecido por sucessos no cinema como Máquina Mortífera, Mad Max e Coração Valente, mas está prestes a atuar no papel mais importante da sua carreira — e, por essa, nem Hollywood esperava. Não, ele não vai lançar nenhum filme ou série arrasa-quarteirão. Agora, a missão é mais difícil: salvar a Austrália de Donald Trump.
A indústria cinematográfica australiana quer que Gibson convença o presidente dos EUA a retirar as tarifas sobre os filmes. O pedido não é à toa: as taxas têm potencial para devastar um negócio avaliado em 1 bilhão de dólares australianos (US$ 650 milhões).
Segundo os líderes dessa indústria, as tarifas tarifas de Trump causariam uma perda significativa de empregos no setor de produção cinematográfica na Austrália, além de aumentar os preços dos ingressos.
Embora os papéis de Gibson no cinema o credencie para enfrentar a missão de convencer Trump, não foi por causa deles que o ator foi escolhido. A proximidade com o presidente norte-americano pode ajudar neste caso.
Em janeiro, Trump contratou Gibson como embaixador especial em Hollywood, embora não tenha dado mais detalhes sobre a função do ator.
Como Gibson nasceu nos EUA e iniciou sua carreira na Austrália, a indústria cinematográfica local acredita que ele é a pessoa ideal para demover o presidente norte-americano da taxação.
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No domingo (4), Trump anunciou uma tarifa de 100% sobre filmes produzidos fora dos EUA, afirmando que a indústria cinematográfica norte-americana estava morrendo muito rápido devido aos incentivos oferecidos por outros países para atrair cineastas.
O anúncio deixou perplexos os executivos de estúdios que, por décadas, supervisionaram produções em vários continentes e não conseguiam entender como isso funcionaria.
O tarifaço também causou comoção nas indústrias cinematográficas no exterior, onde Hollywood filma por custos de produção mais baixos.
*Com informações da Reuters
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