O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A decisão pela manutenção das taxas de juros passou pelo dilema entre derrubar a atividade econômica e o risco de aumento de inflação pelas tarifas
A reunião de maio do comitê de política monetária (Fomc) do banco central dos Estados Unidos (Fed) foi marcada pela preocupação com os efeitos crescentes e incertos do tarifaço de Donald Trump.
A ata da reunião, divulgada nesta quarta-feira (28), mostrou que os diretores do Federal Reserve estavam preocupados que as tarifas pudessem agravar a inflação e criar um dilema difícil em relação à decisão sobre as taxas de juros.
Por um lado, os diretores ponderavam sobre os riscos de queda na atividade econômica dos Estados Unidos e o aumento do desemprego — o que indicaria a necessidade de diminuir os juros.
Entretanto, os riscos para um aumento da inflação diante da possibilidade de queda na oferta de produtos com o tarifaço também foram avaliados — com o aumento de juros em discussão para controlar os preços.
Por fim, as autoridades do Fomc optaram que o melhor caminho era manter as taxas como estavam, na faixa de 4,25% e 4,50% ao ano.
“Os participantes concordaram que a incerteza quanto às perspectivas econômicas aumentou ainda mais, tornando apropriado adotar uma abordagem cautelosa até que os efeitos econômicos líquidos da série de mudanças nas políticas governamentais se tornem mais claros”, afirmou a ata do Fed.
Leia Também
Enquanto os impactos das tarifas de Trump não se apresentam com clareza, os diretores do Fomc avaliaram que a economia dos Estados Unidos apresentava bons sinais até o início de maio.
A ata diz que a atividade econômica e o mercado de trabalho foram lidos como “sólidos”.
“Ao analisar as perspectivas para a política monetária, os participantes concordaram que, com o crescimento econômico e o mercado de trabalho ainda sólidos e a política monetária atual moderadamente restritiva, o Comitê estava bem posicionado para aguardar por mais clareza sobre as perspectivas para a inflação e a atividade econômica”, diz a ata.
A decisão do Fed aconteceu em um momento em que a Casa Branca estava no início das negociações com parceiros comerciais após Donald Trump estabelecer um período de 90 dias, iniciado no início de abril, para pausar as tarifas maiores e chegar a novos acordos.
Desde então, as negociações evoluíram a passos lentos, com os Estados Unidos anunciando um acordo com o Reino Unido, mas ameaçando elevar as tarifas para a União Europeia em 50%, para voltar atrás em seguida.
Com a China, estabeleceu-se uma tarifa de 10%, também por 90 dias, enquanto não há um acordo definitivo.
Entre idas e vindas, os economistas de Wall Street esperam que a economia norte-americana retorne ao crescimento no segundo trimestre, depois de um ligeiro tombo de 0,3% no primeiro trimestre.
Para o Fomc, as incertezas estão maiores, e a dificuldade em atingir as metas de duplo mandato — pleno emprego e baixa inflação — aumentou.
“A extensão final das mudanças na política governamental e seus efeitos sobre a economia são altamente incertos”, diz a ata.
A reunião também contou com discussões sobre a estrutura de política monetária de cinco anos do Federal Reserve.
Quando as autoridades do comitê revisaram sua política de longo prazo em maio, elas estabeleceram uma “meta de inflação média flexível”, que seria uma meta para se percorrer no caso da meta de 2% não ser atingida.
Na ata de maio, elas voltam a falar sobre essa meta flexível, indicando que a estratégia “reduziu os benefícios em um ambiente com risco substancial de grandes choques inflacionários”, porém, decidiram que é importante manter “uma ampla variedade de ambientes econômicos” em discussão.
As autoridades do Fed afirmaram que não têm intenção de alterar a meta de inflação principal, de 2% ao ano.
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas
Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro; secretário-geral da ONU alerta para “precedente perigoso”
O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York
Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina
Edição de 100 anos acontece em 31 de dezembro; confira os horários das largadas e onde ver a transmissão ao vivo
A edição centenária da São Silvestre entra para a história ao pagar R$ 296 mil em prêmios
Após o telefonema entre os líderes políticos, o Kremlin informou que ambos os presidentes não apoiam a pressão de europeus; entenda
O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões
Bússola para a segunda maior economia do mundo, o plano quinquenal 2026-2030 mostra até onde Xi Jinping pode ir na busca pela supremacia chinesa