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Aeroporto de Heathrow, em Londres, é o quarto mais movimentado do mundo e cancelamento deve gerar efeito cascata em malha aérea global pelos próximos dias; causa de incêndio ainda é desconhecida
O aeroporto internacional de Heathrow, em Londres, teve todos os voos de chegada e saída cancelados nesta sexta-feira (21), devido a um incêndio em uma estação de energia em Hayes, subúrbio londrino a cerca de seis quilômetros dali.
O incêndio começou ainda noite de quinta-feira e deixou mais de 16 mil imóveis sem energia na madrugada de sexta-feira. Cerca de 70 bombeiros e 10 foram mobilizados para combater as chamas.
Com isso, todas operações do aeroporto foram interrompidas, incluindo os 1.357 voos previstos para essa sexta-feira, sendo 679 de chegada e 678 de saída. De acordo com o Flightrader24, rastreador de aviação em tempo real, a expectativa era de que 220 mil passageiros passassem pelo aeroporto nesta sexta-feira.
Para os residentes, a previsão é de que os efeitos do incêndio se estendam. De acordo com a brigada de incêndio de Londres, 150 pessoas precisaram ser evacuadas. A linha de trens da capital britânica também foi afetada e o Heathrow Express, que conecta o aeroporto à estação Paddington, no centro de Londres, teve a atividade interrompida.
A viajantes, a orientação é de não deslocar-se ao aeroporto e contatar as companhias aéreas em vez disso. Parte dos voos afetados (com origem no Reino Unido, em companhia aérea britânica ou da União Europeia, ou de companhia britânica com destino a UE) são cobertos pela legislação britânica, que prevê casos de assistência das operadoras em caso de atrasos – confira o que é previsto em lei aqui.
Ainda assim, a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido desobriga as companhias de compensação monetária em casos de “interrupções causadas por fatores como condições climáticas extremas, greves de funcionários de aeroportos ou de controle de tráfego aéreo ou outras 'circunstâncias extraordinárias' não são elegíveis para compensação". Nesse caso, é preciso conferir junto à operadora o que acontece em casos de voos afetados pelo incêndio.
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À CNN, a polícia metropolitana de Londres afirmou que "não há indícios" de que o fogo tenha sido causado intencionalmente. Ainda assim, dado o impacto do incidente, a possibilidade não está descartada e a divisão de contraterrorismo local foi acionada.
A previsão é que as atividades sejam retomadas até às 23h59 de hoje. No entanto, o cancelamento gerou um efeito cascata que deve afetar aeroportos em todo o mundo. Heathrow é, afinal, o segundo aeroporto internacional e o quarto mais movimentado do mundo, de acordo com o ranking do Official Aviation Guide (OAG) para 2024.

A estimativa é de que até 145 mil passageiros sejam afetados pela medida nos próximos dias, de acordo com análise da Cirium.
Com o anúncio do cancelamento, 120 voos tiveram de desviar rotas para aeroportos alternativos ou retornar ao aeroporto de origem, segundo o FlightRadar24. Manchester, a cerca de 320 quilômetros de Londres, foi um dos aeroportos mais afetados pelos desvios, mas outras cidades também devem ser amplamente afetadas nos próximos dias, como Munique, Madrid e Frankfurt.
Com o cancelamento, as ações do International Airlines Group (IAG.L), proprietário da British Airways, caíram até 5%. As ações da IAG reduziram essas perdas e foram negociadas com queda de 3,6% nessa manhã.

Perdas também foram registradas na Lufthansa, com queda de 2,2%, e na Air France-KLM, com queda de 2,5%.
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