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O papel da brasileira caiu 30% no ano, atingindo o valuation de uma década atrás, mas cenário macro e riscos de tarifas pesam no curto prazo
As ações da WEG (WEGE3) caíram 15% em dois dias de negociação nesta semana e acumulam uma perda de 30% no ano — contra uma alta de 11% do Ibovespa.
Esse desempenho fraco levou os papéis da empresa a atingirem um nível de precificação de 21 vezes o preço sobre o lucro (P/L) estimado para 2026.
Segundo o Itaú BBA, esse é o menor valuation da WEG em uma década.
A última vez que as ações WEGE3 atingiram esse nível de preço foi durante a recessão do biênio 2014/2015. Mas isso não significa necessariamente um call de compra.
A recomendação do Itaú BBA para a WEG é “outperform”, o equivalente a compra. Mas, no curto prazo, a visão dos analistas para as ações é cautelosa.
O banco não identifica gatilhos imediatos para uma avaliação positiva da ação e espera que o crescimento permaneça abaixo dos níveis históricos, enquanto a lucratividade deve se manter estável.
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As ressalvas do Itaú BBA decorrem de múltiplos fatores.
A começar pelo crescimento da receita, que deve desacelerar no segundo semestre de 2025 e em 2026, impactado por sinais macroeconômicos fracos globalmente.
Os dois principais segmentos de atuação da WEG enfrentam dificuldades. A área de equipamentos eletroeletrônicos industriais deve registrar um crescimento entre 4% e 6%, enquanto o setor de geração, transmissão e distribuição enfrenta gargalos de capacidade e menor demanda no mercado brasileiro.
Um risco adicional são as discussões sobre as tarifas de importação de Donald Trump. A medida pode afetar cerca de 7% da receita da WEG, proveniente de exportações para os Estados Unidos.
Isso representa um risco de queda para a demanda por equipamentos eletroeletrônicos de ciclo curto, principalmente.
No balanço do segundo trimestre recém-divulgado, a margem de lucro da WEG melhorou, mas a alta não compensou a queda na receita, segundo os analistas.
A margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou 22,1%, acima das expectativas do banco.
“Embora esse aumento tenha sido encorajador, esperamos uma melhora sequencial limitada da margem no futuro, com nosso modelo apontando para uma margem Ebitda de 22,6% no 4T25”, diz o relatório.
Diante disso, o banco revisou para baixo as projeções: reduziu em 5% as estimativas de receita e Ebitda para 2025 e cortou em 10% as projeções para 2026. No caso do lucro líquido da WEG, os cortes foram de 4% e 7%, respectivamente.
Em relatório, os analistas do banco explicam que a postura mais conservadora pressupõe uma menor contribuição do segmento de geração, transmissão e distribuição no exterior. A área deve apresentar resultados mais fracos devido às restrições de capacidade.
Ao mesmo tempo, o setor de equipamentos eletroeletrônicos deve apresentar um menor crescimento devido às incertezas macroeconômicas e à demanda geral, tanto local quanto global.
Apesar dos desafios imediatos, o banco reforça que o modelo de negócios da WEG está "longe de quebrar".
No longo prazo, espera-se retomada do crescimento, impulsionado por novas fontes de receita, como sistemas de armazenamento de energia em baterias e compensadores síncronos.
A ação WEGE3 negociando a 21 vezes o P/L para 2026 apresenta um desconto de 15% em relação à média dos últimos dez anos.
Mais do que isso, negocia com um desconto de 27% em relação a pares globais, como Siemens e Hitachi.
Para o BBA, este cenário reforça o potencial de valorização a longo prazo. “Embora não vejamos motivos para investidores de curto prazo se apressarem para as ações, acreditamos que uma oportunidade única em uma década pode estar surgindo para acionistas de longo prazo”, diz o relatório.
O preço-alvo do banco para a ação é de R$ 54 para o final de 2025, sugerindo um potencial de alta de 49% em relação ao preço atual de R$ 36.
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