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Apple tenta mascarar os efeitos das tarifas enquanto procura alternativas para evitar os danos da guerra comercial entre EUA e China
A saga da Apple (AAPL34) para evitar o impacto das tarifas da guerra comercial entre China e EUA ganhou um novo desdobramento nesta quinta-feira (15), após o presidente americano, Donald Trump, ter um desentendimento com o CEO da empresa.
O republicano puxou a orelha de Tim Cook ao deixar bem claro que não quer ver a produção de iPhones migrando para a Índia, país escolhido pela empresa para evitar os efeitos colaterais da troca de tarifas entre EUA e China.
“Tive um pequeno problema com Tim Cook ontem. Ele está construindo [fábricas] por toda a Índia. Eu não quero que você [Tim] construa na Índia”, disse Trump durante uma coletiva no Catar.
O puxão de orelha surtiu efeito: segundo o próprio presidente americano, o executivo da Apple afirmou que a empresa vai “aumentar sua produção nos EUA”, sem revelar mais detalhes.
Em fevereiro, a fabricante do iPhone se comprometeu a investir US$ 500 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos. Mesmo com esse aporte no território americano, a empresa continua buscando alternativas para fugir das tarifas sem impactar o custo dos smartphones.
“Eu disse: ‘Tim, olha, nós [EUA] te tratamos muito bem, toleramos todas as plantas que você construiu na China por anos. Agora você tem que construir [nos EUA]. Não estamos interessados em você construir na Índia, ela pode se virar sozinha’”, reforçou Trump.
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A administração de Trump considera a Índia como “uma das nações com as taxas mais altas do mundo” e, em abril, aplicou uma tarifa recíproca de 26% sobre produtos indianos — temporariamente reduzida até julho.
Mesmo com a taxação na casa dos dois dígitos, a Índia “se deu melhor” que a China que, antes da trégua com os EUA, havia recebido tarifas de até 145% sobre seus produtos.
Apesar da vontade de Trump, transferir a produção do iPhone para os EUA seria altamente improvável, uma vez que encareceria significativamente o preço final do produto. Estimativas colocam o custo de um iPhone entre US$ 1.500 e US$ 3.500 caso fosse fabricado nos EUA. Atualmente, o preço do aparelho é de US$ 999.
Segundo o Wall Street Journal (WSJ), a Apple tenta manter em sigilo os efeitos diretos das tarifas sobre os preços dos iPhones.
Na divulgação dos resultados do primeiro semestre deste ano, Cook começou a detalhar as estratégias da empresa para lidar com a guerra comercial. A principal delas foi o anúncio de que a maioria dos iPhones enviados para os EUA, entre abril e junho, viria da Índia.
Cook também afirmou que as políticas tarifárias em vigor devem gerar um custo adicional de cerca de US$ 900 milhões neste trimestre — e que esse impacto pode aumentar nos meses seguintes.
Apesar disso, os modelos mais lucrativos da Apple, como o iPhone Pro e o Pro Max, continuarão sendo produzidos majoritariamente na China, devido à capacidade das fábricas locais de atender às exigências de escala e qualidade da empresa.
Atualmente, a empresa criada por Steve Jobs está avaliando um aumento de preços para sua linha de iPhones prevista para o outono, segundo o Wall Street Journal.
*Com informações do Wall Street Journal e CNBC
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