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Stranger Things da Netflix parece um evento global que revela como marcas disputam a atenção do consumidor; entenda
Hawkins saiu do streaming e invadiu o mercado de varejo e consumo brasileiro. Lançada na quarta-feira (26), a última temporada de Stranger Things já chegou com clima de Copa do Mundo.
Porém, antes mesmo dos primeiros episódios serem disponibilizados pela Netflix, o buzz marketing já estava prontíssimo.
Cerca de 26 marcas fecharam parcerias com a plataforma de streaming para criar produtos licenciados, experiências temáticas e ativações nas redes sociais inspiradas na série queridinha do público.
Além disso, o número de parcerias supera o da segunda temporada de Wandinha, outra produção da Netflix que estreou em setembro deste ano.
Em 2022, antes do lançamento da quarta temporada de Stranger Things, o Burger King saiu na frente ao garantir os direitos para explorar a produção da Netflix em uma campanha própria.
Só que desta vez, o “rei” ficou de fora e quem assumiu o protagonismo (e os direitos autorais) foi o McDonald’s, que lançou a campanha “Fome Estranha de Méqui” cerca de duas semanas antes da estreia da 5ª temporada.
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Fonte: Instagram
Era óbvio que ela não ia ficar de fora: Carmed. A linha de hidratantes labiais da Cimed, que virou uma das marcas queridinhas nas redes sociais nos últimos anos, apostando em marketing de influência e trends, não podia perder essa oportunidade.
Para aproveitar o hype de Stranger Things, a marca lançou uma linha completa em parceria com a C&A, unindo skincare ao Mundo Invertido.

Fonte: Instagram
As canetas mais tradicionais do mercado também quiseram surfar nesse momento. A BIC lançou a linha “Stranger Bics”, brincando com um dos clássicos da marca: “Ninguém perde uma BIC, ela só muda de dimensão.”
A campanha acompanha o humor e a nostalgia de Stranger Things, conectando o universo escolar com o clima misterioso do Mundo Invertido. Além de mostrar que, quando o hype é grande, até os itens mais simples podem ganhar narrativa e desejo.

Fonte: Instagram
Até o novo Pulse da FIAT resolveu “dar fuga” em Hawkins. “Quando o mundo invertido começa a dar sinais, só há uma coisa a fazer: DRIIIIIIIIVE. Com o novo Pulse Abarth Edição Especial Stranger Things, fugir dos perigos do Mundo Invertido ficou mais fácil”.

Fonte: Instagram
Esses são apenas alguns exemplos de marcas que surfaram no hype da série para ganhar visibilidade, impulsionar vendas e criar experiências que se conectam diretamente com o público.
A diversidade de setores parceiros — fast-food, beleza, moda, papelaria, varejo e até nostalgia dos anos 80 — revela que a série deixou de ser apenas um conteúdo: virou uma plataforma comercial.
Afinal, o que essas marcas já sabem sobre o comportamento do consumidor e por que existe uma corrida para se associar a fenômenos como Stranger Things?
O público quer mais do que apenas comprar um produto: quer sentir que faz parte da narrativa, que pertence àquele mundo.
No caso de Stranger Things, o fandom quer exatamente isso: atravessar o portal de Hawkins, dar uma espiada no Mundo Invertido e viver, nem que por um instante, a sensação de estar ao lado da Eleven para enfrentar um Demogorgon.
Ou, talvez, o desejo seja apenas de ter algo palpável, para além da tela do streaming. Uma forma de trazer um pedacinho de Hawkins para o mundo real. O que, convenhamos, é bem menos macabro do que enfrentar um Demogorgon por aí.
O ponto é que esse comportamento não é por acaso e ele mostra onde está a atenção do consumidor. E as marcas que ainda não perceberam isso correm o risco de ficar para trás, porque, hoje, a disputa não é apenas pela venda.
E deixam claro o motivo de tantas marcas correrem para garantir alguns minutos de atenção, enquanto o olhar do público está voltado para descobrir se o Vecna ainda está vivo.
Stranger Things não é apenas um sucesso narrativo, é um motor financeiro. Desde 2020, a série já movimentou mais de US$ 1 bilhão em receita para a Netflix, somando novos assinantes atraídos pelo fenômeno e o lucro com licenciamento de produtos.
Essa é a lógica por trás da corrida entre as marcas: quando uma história domina o imaginário coletivo, ela também passa a ser um território comercial.
Cada temporada vira um evento global; cada personagem vira um ativo cultural e cada símbolo se transforma em uma oportunidade de negócio.
E, é claro que a própria Netflix alimenta essa engrenagem.
A 5ª e última temporada da série tem episódios que custaram cerca de US$ 60 milhões, um patamar que bate de frente com produções de cinema.
Para sustentar um investimento desse porte, a plataforma precisou transformar Stranger Things em algo maior do que apenas uma série. Stranger Things precisou se tornar um ecossistema de marca. E é aí que as parcerias entram.
As marcas não estão apenas comprando espaço: estão comprando participação no fenômeno cultural, algo muito mais poderoso do que um simples anúncio no feed do Instagram.
No fim das contas, o que os números mostram é que onde existe identificação, existe consumo.
Assim, Stranger Things está exatamente nesse lugar: onde a nostalgia, o afeto, a estética e o storytelling se misturam e criam um espaço fértil para as marcas se aproximarem do público de um jeito marcante (e ainda lucrar muito com tudo isso).
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