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Segundo O Globo, entre as possibilidade estão a separação de ativos, acordos específicos de gestão ou a compra de ativos isolados
O fim de semana deu a energia necessária para a Raízen (RAIZ4) liderar as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (18), após o jornal O Globo afirmar que a Petrobras (PETR4) estuda investir na joint venture da Cosan (CSAN3) com a Shell.
A petroleira estaria avaliando diferentes alternativas para essa aquisição, como a compra de ativos ou a entrada como sócia, informou o jornal no último sábado (16).
A notícia parece ter agradado aos investidores. No pregão de hoje, as ações da Raízen saltaram 10,58%, a R$ 1,15. No mesmo horário, o Ibovespa avançou 0,72%, aos 137.321,64 pontos.
Caso se confirme, o investimento da Petrobras na joint venture marcaria o retorno ao setor de etanol, previsto até o fim de 2025.
O objetivo da estatal é se tornar relevante nesse mercado até 2029, mas sem violar a cláusula de não competição com a Vibra (antiga BR Distribuidora) na distribuição.
Entre as opções estudadas para a operação com a Raízen estão a separação de ativos, acordos específicos de gestão ou a compra de ativos isolados, segundo o jornal.
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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou recentemente que quer portas abertas para explorar diferentes frentes — o que, para analistas do setor, pode ser o primeiro passo para retomar a distribuição de combustíveis.
Entre as possibilidades estão negócios com empresas, postos de combustíveis e venda de gás, desde que agreguem valor à petroleira.
Enquanto isso, a Cosan busca equilibrar seu portfólio e atrair novos sócios para a Raízen. O presidente Marcelo Martins destacou na última sexta-feira (15) que a prioridade é reduzir o nível de endividamento da joint venture, após a companhia registrar dívida de R$ 17,5 bilhões e prejuízo de R$ 946 milhões no segundo trimestre.
A Raízen é uma das maiores produtoras de etanol de cana-de-açúcar do Brasil e a única no mundo a produzir etanol de segunda geração em escala comercial. A empresa também atua na distribuição de combustíveis, operando a marca Shell no Brasil, Argentina e Paraguai, com mais de 8 mil postos.
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