Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
DE OLHO NO ‘NOVO PRÉ-SAL’

Petrobras (PETR4) e Ibama testam capacidade de resposta a incidentes na Margem Equatorial; entenda por que isso importa

Apesar de ser vista como a nova fronteira de exploração de petróleo, a proximidade de ecossistemas sensíveis na Margem Equatorial gera preocupações

Navio-plataforma da Petrobras (PETR4)
Navio-plataforma da Petrobras (PETR4) - Imagem: Agência Petrobras

A Petrobras (PETR4) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já haviam indicado que os testes para avaliar a capacidade da estatal de responder a incidentes ambientais na Margem Equatorial estavam marcados para acontecer no último domingo (24). Porém, agora, é oficial: a estatal informou que a chamada avaliação pré-operacional (APO) foi iniciada ontem, às 18h10 (horário de Brasília).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O processo é uma etapa essencial para que a petroleira consiga a liberação do Ibama para a exploração de petróleo no bloco marítimo FZA-M-59, localizado na Bacia da Foz do Amazonas, que se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá.

Por meio de simulação de uma emergência ambiental envolvendo vazamento de petróleo, a APO vai verificar a efetividade do Plano de Emergência Individual proposto pela Petrobras.

O procedimento simulado deve durar de três a quatro dias, podendo variar, conforme as condições de execução das atividades planejadas. O exercício foi agendado depois de meses de negociação entre a estatal e o órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que concede a autorização.

  • VEJA TAMBÉM: Descubra como os gigantes do mercado estão investindo: o podcast Touros e Ursos traz os bastidores toda semana; acompanhe aqui

A APO no detalhe

As simulações do Ibama testarão, na prática, a capacidade de resposta em caso de acidentes com derramamento de óleo, incluindo a eficiência dos equipamentos, agilidade na resposta, cumprimento dos tempos de atendimento à fauna previstos e a comunicação com autoridades e partes interessadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a Petrobras, o exercício envolverá mais de 400 pessoas. A estrutura mobilizada inclui:

Leia Também

O QUE ACONTECEU?

Nubank em liquidação extrajudicial? Fintech nega e abre o jogo sobre sua situação após alerta que assustou clientes

A FÓRMULA DO PREJUÍZO

Figurinhas da Copa do Mundo nas embalagens viram dor de cabeça para a Coca-Cola

  • uma sonda;
  • três helicópteros;
  • seis embarcações equipadas para contenção e recolhimento de óleo, sendo duas delas sempre próximas do navio sonda (OSRV);
  • um avião;
  • duas unidades de atendimento à fauna (em Belém e no Oiapoque); e
  • seis embarcações para resposta à fauna.

As aeronaves poderão ser utilizadas para resgate aeromédico, de fauna e monitoramento. Mais de 100 profissionais estarão dedicados à proteção animal, incluindo médicos veterinários, biólogos e outros profissionais, habilitados para atuar com fauna, segundo a Petrobras.

O procedimento é semelhante ao que a estatal realizou em 2023 para obter licença de perfuração dos poços Pitu Oeste e Anhangá, no litoral do Rio Grande do Norte.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, tem dito que a empresa levará para o Amapá “a maior estrutura de resposta a ocorrências já mobilizada pela companhia”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novo ‘pré-sal’, novas fronteiras para a Petrobras

A Margem Equatorial é vista pela indústria do petróleo como a nova fronteira de exploração, com gigante potencial de produção.

Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname, países vizinhos ao norte do Brasil, mostraram o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador.

A Petrobras tem poços na nova fronteira exploratória, mas, por enquanto, só possui autorização do Ibama para perfurar dois, que estão localizados na costa do Rio Grande do Norte.

Em maio de 2023, o Ibama chegou a negar a licença para outras áreas, como a da bacia da foz do Amazonas. A Petrobras pediu uma reconsideração e espera a decisão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da companhia, setores do governo, incluindo o Ministério de Minas e Energia e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendem a liberação da licença. No Congresso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem sido um dos principais articuladores para apressar e autorizar a licença. Contudo, a proximidade de ecossistemas sensíveis na região gera preocupações sobre os impactos da atividade.

*Com informações da Agência Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Oi (OIBR3) no fundo do poço 11 de junho de 2026 - 19:36
Logo do Patria Investimentos em destaque no centro da imagem, sobre fundo minimalista inspirado no setor de saúde ocular. Elementos sutis remetem à oftalmologia 11 de junho de 2026 - 18:58
petroreconcavo recv3 petróleo gás produção petroleira 11 de junho de 2026 - 14:29
Fábrica de cloro-soda da Braskem em Maceió 11 de junho de 2026 - 11:54
Fachada do shopping JK Iguatemi 10 de junho de 2026 - 10:02
Imagem mostra a mina de Capanema, em Ouro Preto, Minas Gerais, e traz o logo da Vale na parte superior da imagem 9 de junho de 2026 - 14:27
Imagem de indústrias petroquímicas da Braskem 9 de junho de 2026 - 10:39
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar