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Na quinta-feira (27), companhia informou que fundos controlados pelos irmãos Muffato adquiriram uma posição acionária de 10,3%
A chegada dos irmãos Muffato no Assaí (ASAI3) não está sendo vista com bons olhos pelo mercado nesta sexta-feira (28). As ações operam com queda superior a 6%, flertando com mínimas na sessão, na esteira do anúncio da compra de uma participação na rede de supermercados e atacarejo.
Na avaliação do Itaú BBA, a operação não deve impactar a tese de investimentos da empresa no curto prazo.
Na quinta-feira (27), o Assaí informou que fundos controlados pelos irmãos Muffato adquiriram uma posição acionária de 10,3% na empresa.
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De acordo com os documentos dos fundos Snapper Rocks e WHG Apache, os investidores afirmaram que a movimentação é um investimento financeiro, sem o objetivo de alterar o controle ou a gestão do Assaí.
Por volta das 16h40, as ações do ASAI3 operavam em queda de 5,57%, a R$ 9,51.
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Os analistas do BBA afirmam que “os desafios recentes do Assaí são impulsionados principalmente por ventos macroeconômicos desfavoráveis e concorrência intensificada e não por questões de execução ou qualidade de gestão que poderiam ser melhoradas com a adição de um parceiro estratégico”.
O banco ainda compara a concorrência entre as empresas do Grupo Muffato e da rede Assaí, demonstrando que os Muffato possuem uma dominância regional, baseada na proximidade das lojas com foco em regiões específicas do Paraná e do interior de São Paulo. Já o Assaí tem 304 lojas espalhadas pelo país e presença maior em grandes centros urbanos.
Em relação à competição direta, quase metade das lojas Muffato concorre diretamente com uma unidade do Assaí, tendo uma proximidade física de cerca de 5 quilômetros uma da outra, aponta o Itaú BBA.
Ainda de acordo com o banco, apesar de ser o 6º maior varejista de alimentos do Brasil, o grupo Muffato é quatro vezes menor que o Assaí em receita: em 2024, faturou R$ 17 bilhões, enquanto a rede Assaí faturou R$ 81 bilhões.
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O BBA chama atenção para o estatuto do Assaí, que indica que qualquer acionista que atinja 25% do total de ações deve lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) de todas as ações em circulação.
A regra define, ainda, que o investidor ofereça o maior entre três valores: valor econômico calculado por um avaliador independente, o maior preço pago pelo próprio comprador nos últimos 12 meses ou um bônus de 25% sobre o preço médio das ações nos últimos 120 dias.
Outra questão levantada pelos analistas é que o estatuto da empresa proíbe que membros do Conselho sejam eleitos caso ocupem cargos em empresas concorrentes ou apresentem conflitos de interesse.
O Itaú BBA seguiu com a recomendação de compra para as ações do Assaí, com preço-alvo de R$ 13, mas o Citi resolveu mudar a rota e rebaixou a indicação dos papéis para neutra/alto risco, além de reduzir o preço-alvo de R$ 11,80 para R$ 11,20 – o que implica em um potencial de valorização de 11,3%.
"Observamos que as ações da ASAI3 já subiram significativamente (mais de 20%) no último mês, provavelmente antecipando o aumento da posição do Snapper Rocks (cerca de 5% até o final de outubro)", dizem os analistas do Citi em relatório.
O time lembra que o negócio ainda precisa passar pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica. (Cade).
"A notícia não altera nossa perspectiva fundamentalmente mais cautelosa", acrescentam.
*Com informações do Money Times
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