O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ontem (15), a gigante dos chips informou ao mercado que será atingida por uma decisão do presidente dos EUA, com impacto calculado em US$ 5,5 bilhões
Diz um provérbio que “não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. Pois é, até a “queridinha” Nvidia (NVDC34) acabou se lascando com as investidas de Donald Trump contra a China.
Parece brincadeira, mas, na segunda-feira (14), a Nvidia havia anunciado que planeja produzir até US$ 500 bilhões em infraestrutura de IA nos EUA nos próximos quatro anos e fabricar seus supercomputadores de IA inteiramente no país.
Ontem (15), porém, a gigante dos chips informou ao mercado que será atingida por uma decisão do presidente dos EUA. Ele teria restringido a exportação de seus chips AI H20 para a China e cinco “nações digitais”, entre elas Israel. A restrição comercial entrará em vigor por tempo indeterminado.
A medida, comunicada à empresa em 9 de abril, foi tomada depois que funcionários do governo Trump disseram que estão conduzindo uma investigação sobre semicondutores e que os chips sofrerão novas tarifas.
A fabricante de chips relatou na terça-feira (15) que seus resultados do primeiro trimestre de 2025 devem incluir o encargo associado a seus chips AI H20 para estoque, compromissos de compra e reservas relacionadas, com um impacto estimado em US$ 5,5 bilhões.
Parece brincadeira também, mas a Nvidia projetou o chip H20 justamente para cumprir as regras anteriores de Joe Biden sobre exportação de chips para a China.
Leia Também
Dan Ives, da Wedbush Securities, escreveu que a Nvidia é um "ativo estratégico fundamental" para o governo Trump e que a Casa Branca quer garantir que os chips da empresa não cheguem à China em meio à guerra comercial de Trump, segundo a Fortune.
Por volta das 12h, as ações da Nvidia tombavam 7,19% em Nova York, a US$ 104,13, enquanto a Nasdaq caía 2,1%.
Como diz outro ditado popular, notícia ruim não costuma vir sozinha. Após a notícia de restrição às exportações de chips, o Bank of America (BofA) cortou o preço-alvo da ação da Nvidia, de US$ 200 para US$ 160, mas manteve a recomendação de compra.
O BofA delineou dois cenários de tarifas possíveis: um moderado e outro severo. No primeiro caso, espera-se uma queda de 4% a 6% nas vendas da empresa de semicondutores. No segundo, prevê-se uma queda de 9% a 12%.
No cenário modesto, o Bank of America estima que o lucro por ação (LPA) poderá sofrer uma queda de 12% a 13%.
“O aumento das restrições à IA provavelmente impactará outras ações importantes de computação, redes e óticas alavancadas por IA e levantará preocupações sobre o aumento das restrições em outras áreas. No entanto, acreditamos que a IA continua sendo a oportunidade de crescimento secular mais rápida no setor de semicondutores e vemos a volatilidade das ações como uma oportunidade de compra aprimorada para a Nvidia”, escreveu Vivek Arya, em seu relatório.
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã