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O banco acredita que a administradora possui resiliência nas vendas de ativos e a estrutura de capital sólida, mesmo em ambiente macroeconômico desafiador
O tom otimista da Multiplan (MULT3) durante a reunião pública anual realizada na semana passada foi suficiente para o Itaú BBA reforçar sua recomendação para a administradora de shoppings nesta terça-feira (24).
Entre os motivos para a expectativa do banco estão a resiliência nas vendas de ativos e a estrutura de capital considerada sólida, mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador, de acordo com os analistas liderados por Daniel Gasparete.
O papel tem atraído mais atenção dos investidores, impulsionado pelo bom desempenho de outros ativos considerados relacionados — como os do setor de concessões: Serena Energia (SRNA3) (+112% no ano), Copel (CPLE6) (+42%) e Orizon (ORVR3) (+38%), frente aos 24% de valorização do setor de shoppings.
A expectativa dos analistas do BBA é que a Multiplan siga entregando resultados consistentes e previsíveis, reforçando sua atratividade como alternativa de portfólio e consolidando-se como a principal escolha entre as operadoras de shoppings listadas na bolsa.
Com isso, o Itaú BBA reiterou a recomendação de “outperform” (equivalente a compra) e fixou o novo preço-alvo para 2026 em R$ 36,00 — um potencial de alta estimado em quase 38% em relação à cotação atual de R$ 26,10.
“A Multiplan segue sendo nossa favorita entre operadoras de shoppings, combinando resiliência, capital bem alocado e resultados consistentes. É uma alternativa atrativa para compor carteira com perfil defensivo”, afirma o Itaú BBA em relatório.
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Na visão do Itaú BBA, a Multiplan segue firme na contramão do setor e reportou crescimento expressivo nas vendas de seus shoppings: alta de 17,3% em abril e de 14,6% em maio, bem acima da média de 1% observada no índice IDAT Malls do mercado.
Segundo a administradora de shoppings, o desempenho superior é resultado de uma combinação de fatores, como o aumento no número de eventos e ativações, a curadoria no mix de lojas e o fortalecimento do app Multi — que, apesar do sucesso, não será monetizado por meio da cobrança de lojistas.
O relatório destaca que a companhia vem ganhando participação de mercado desde a pandemia, apoiada em experiências diferenciadas e no uso estratégico de tecnologia.
O BBA também aponta que, em paralelo, a gestão da Multiplan adota uma postura conservadora em relação a fusões e aquisições, descartando movimentos relevantes no curto prazo — incluindo eventuais transações envolvendo participações minoritárias nos shoppings Barra e Morumbi.
Também não há planos de vender ativos, como foi feito com o Jundiaí Shopping em 2023, devido à diferença entre o valor atribuído pela empresa e o preço que o mercado está disposto a pagar.
Outro ponto importante para o banco é que o foco da administradora permanece em projetos brownfield, quando a construção ou desenvolvimento é realizado em um terreno ou estrutura previamente utilizada.
A construtora foca na conclusão do ciclo de revitalizações previstas até 2025 e possíveis expansões em ativos como São Caetano, Jundiaí, Barra Shopping Sul e os shoppings de Belo Horizonte (BH Shopping e DiamondMall).
Contudo, os analistas do BBA pontuam que outros projetos devem não avançar devido a uma pausa estratégica da Multiplan.
“A Multiplan pretende esperar os resultados das próximas eleições presidenciais para definir o próximo ciclo de investimentos. A administração também descartou a possibilidade de novos projetos greenfield nos próximos trimestres, devido às incertezas macroeconômicas e ao plano de desalavancagem da companhia”, explicam.
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