O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O CEO do Magalu afirma que, diante de patamares controlados de inadimplência e níveis elevados de rentabilidade, “não há por que não acelerar mais o crédito”
Remando contra a maré, o Magazine Luiza (MGLU3) traçou uma nova missão para 2025: acelerar a concessão de crédito aos consumidores mesmo com a taxa de juros (Selic) nas alturas.
Segundo o CEO Frederico Trajano, a ampliação da carteira de crédito do Magalu deverá acontecer por meio de dois principais produtos: cartões de crédito da Luizacred, sua joint venture com o Itaú, e crediário, com o CDC físico e digital.
O Magalu lançou no fim de 2024 o crédito direto ao consumidor (CDC) digital, a versão do “carnêzinho” para o canal online.
“Com a inadimplência controlada e ROE [retorno sobre o patrimônio líquido] de 30% na Luizacred, não temos por que não acelerar mais o crédito”, afirmou o executivo, em teleconferência com analistas.
É importante lembrar que a venda a prazo é uma estratégia necessária e comum entre as varejistas, em especial as que trabalham com produtos de maior valor. Além disso, o crediário é visto como um produto com potencial significativo de aumento de margens e contribuição para o Ebitda da empresa.
“Os indicadores do quarto trimestre confirmaram que chegou a hora de acelerar o crédito. Essa estratégia será uma das grandes alavancas de crescimento para 2025”, acrescentou Trajano.
Leia Também
No quarto trimestre de 2024, a Luizacred atingiu um faturamento em cartões de crédito de R$ 16 bilhões, com mais de 6 milhões cartões de crédito ativos e R$ 20 bilhões em carteira de crédito.
A unidade de negócios encerrou o trimestre com um lucro líquido de R$ 145 milhões e uma rentabilidade anualizada de 30,8%
Quanto à inadimplência, os indicadores de atrasos de curto prazo caíram 0,4 pontos percentuais, para 2,7%, enquanto os de longo prazo recuaram 1,7 p.p na base anual, para 8,1%.
O diretor financeiro (CFO) do Magazine Luiza (GLU3), Roberto Belissimo, afirma que o portfólio de crédito “já é muito rentável” e tende a evoluir ainda mais nos próximos meses devido à aprovação, pelo Banco Central, da nova financeira do grupo, a Magalupay SCFI.
Segundo o CFO, o sinal verde para a financeira abre caminho para uma operação de CDC mais eficiente e rentável, tanto em termos fiscais, com redução da elevada carga tributária do varejo para os patamares de instituições financeiras, como também no custo de funding (financiamento).
“Nós evoluímos a carteira do crediário de forma consistente há quase 2 anos, com inadimplência super baixa e portfólio super rentável. Esse portfólio já é muito rentável e, uma vez que fizermos a migração para a nova financeira, a tendência é continuar acelerando cada vez mais a carteira”, disse o CFO.
O Magalu também afirma que a nova instituição financeira também permitirá o lançamento de novos serviços, como o empréstimo para sellers (vendedores) e novas opções de investimentos, como o saldo remunerado, para os clientes da conta digital.
Apesar do objetivo de ampliar a concessão de crédito em 2025, o Magalu pretende manter a qualidade da carteira de forma conservadora, com foco em clientes de menor risco.
“É uma estratégia segura e correta para o ano, estamos num bom momento de resultado”, avaliou o CEO.
Pré-venda começa na próxima segunda-feira (9); modelo mais acessível vem com 256 gigabytes e novo processador
De olho na luz como motor da inteligência artificial, o investimento bilionário da Nvidia na Lumentum e na Coherent deve transformar a transferência de dados
Mesmo com sinais pontuais de melhora no exterior, spreads fracos no Brasil e geração de caixa negativa seguem no radar dos analistas
Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações