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De Salesforce a Accenture, empresas em diferentes setores já cortaram milhares de vagas para substituir funções humanas por inteligência artificial (IA)

Entre o fim de 2022 e o início de 2023, a chegada do ChatGPT provocou um boom da inteligência artificial (IA). Desde então, muito se fala que, num futuro não tão distante, pessoas podem ser substituídas e eventualmente ficarem desempregadas por causa IA. Em algumas empresas, esse movimento já começou.
A Lufthansa, gigante do setor aéreo, anunciou recentemente que pretende cortar 4 mil postos de trabalho ao redor do mundo até 2030 como parte de sua estratégia para aumentar a lucratividade. A companhia planeja recorrer à inteligência artificial nesses cargos para ganhar eficiência.
Segundo a empresa, os cargos afetados serão principalmente os administrativos situados na Alemanha. “O Grupo Lufthansa está revisando quais atividades deixarão de ser necessárias no futuro, por exemplo, devido à duplicação de trabalho. Em particular, as profundas mudanças trazidas pela digitalização e o uso crescente de inteligência artificial levarão a uma maior eficiência em muitas áreas e processos”, afirmou a empresa em um comunicado divulgado durante o Capital Markets Day em Munique.
E não foi só a gigante alemã que já tomou o caminho de corte de pessoas para dar lugar à IA — outras empresas já fizeram o mesmo.
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É o caso da Salesforce que, segundo CEO, Marc Benioff, também realizou um corte na empresa para substituir os colaboradores pela inteligência artificial. Nesse caso, também foram 4 mil cortes, porém na área de suporte ao cliente.
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“Reduzi de 9.000 para cerca de 5.000, porque preciso de menos”, disse Benioff ao discutir o impacto da IA nas operações do Salesforce ao podcast The Logan Bartlett Show.
A Salesforce lidera o projeto que chama de “Agentforce”, que visa o atendimento ao cliente e que, segundo o CEO, já vem dando resultados.
“Devido aos benefícios e eficiências do Agentforce, vimos o número de casos de suporte que lidamos diminuir e não precisamos mais preencher ativamente as funções de engenheiro de suporte”, disse a Salesforce em uma declaração na terça-feira à NBC Bay Area.
As demissões ocorreram depois que Benioff anunciou no meio do ano que a IA está fazendo até 50% do trabalho na Salesforce, sediada em São Francisco.
A Accenture, gigante global de consultoria em tecnologia, reduziu sua força de trabalho em mais de 11 mil pessoas nos últimos três meses e sinalizou que novos cortes podem ocorrer caso funcionários não consigam se requalificar para a era da inteligência artificial (IA), segundo o Financial Times.
De acordo com o jornal britânico, a empresa lançou um programa de reestruturação de US$ 865 milhões e apresentou uma projeção cautelosa para o próximo ano. O movimento reflete a demanda ainda fraca por projetos de consultoria corporativa e os cortes de gastos do governo dos Estados Unidos.
A Accenture encerrou agosto com 779 mil empregados, contra 791 mil no trimestre anterior. Por outro lado, a área voltada para IA já conta com 77 mil profissionais, quase o dobro dos 40 mil registrados há dois anos.
Nos primeiros sete meses de 2025, a adoção crescente da inteligência artificial generativa já foi responsável por mais de 10 mil cortes de empregos, segundo relatório da consultoria Challenger, Gray & Christmas.
A empresa de recolocação aponta a IA como um dos cinco principais fatores para a perda de vagas neste ano.
De acordo com o estudo, desde 2023 mais de 27 mil demissões já foram diretamente atribuídas ao avanço da IA.
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