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As metas ambiciosas para o banco de varejo integram o cerne de dois planos estratégicos do Itaú: o iVarejo 2030+ e o Programa PJ 2030. Entenda os detalhes
O Itaú Unibanco (ITUB4) definiu nesta terça-feira (2) uma meta de crescimento clara e ambiciosa: dobrar a carteira do negócio de varejo, o segmento do banco que atende pessoas físicas e pequenas empresas, até 2030.
Na avaliação de Carlos Vanzo, diretor da carteira de Pequenas e Médias Empresas e Adquirência do Itaú, o segmento de varejo se torna cada vez mais um “pilar de crescimento, de resultado e de rentabilidade para o banco”.
"Quando olhamos os números, a carteira cresceu três vezes no segmento Pessoa Física e o resultado da PJ [Pessoa Jurídica] subiu duas vezes e meia — é muita coisa. Isso vem de um plano muito bem definido com estratégia”, afirmou Vanzo, durante o Itaú Day 2025, encontro anual do banco com investidores.
“Por meio dos avanços tecnológicos, conseguimos ter um modelo mais barato e escalável. Isso vai trazer para a gente uma capacidade de crescimento muito maior. Olhando para 2030, podemos ter de duas a três vezes mais clientes do que temos hoje, dados esses modelos de atendimento”, acrescentou.
As metas ambiciosas para o banco de varejo integram o cerne de dois planos estratégicos do Itaú: o iVarejo 2030+ e o Programa PJ 2030.
“Acreditamos que, ao longo desta próxima década, até 2030, conseguiremos combinar um conjunto de elementos muito especial e único. Temos uma crença de que dobraremos novamente a carteira do nosso negócio até 2030”, afirmou André Rodrigues, diretor do segmento de Pessoa Física, Varejo e Seguros do banco.
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Segundo ele, de todos os vetores de crescimento, o “crédito talvez seja uma das alavancas mais instrumentais”, com concessão e gestão de crédito articuladas na visão cliente, com aprimoramento na capacidade de crescer em crédito de-risked, de alta qualidade, com especialização em cada um dos segmentos de atuação. “Esse é um conjunto muito potente que, no médio e longo prazo, vai levar realmente o Itaú a ressignificar o que é o varejo bancário no Brasil”.
De acordo com Rodrigues, o patamar de “high teens, low twenties” — isto é, dois dígitos altos, próximo de 20% — é agora o ‘novo normal” de rentabilidade do banco de varejo. “Esse é o novo lugar onde o varejo vai gravitar a partir de agora.”
Mas o banco também quer realmente mudar a escalabilidade da operação de varejo. A meta é atingir a marca dos “mid-thirties” em taxa de crescimento (em torno de 35%), com complementaridade das carteiras de PF e de PJ, ampliando a distância estratégica dos concorrentes.
“Quando a gente fala de distância estratégica, é maximizar esse ecossistema muito replicável que a gente tem, essa disciplina de execução, de implementação do iVarejo 2030, da PJ que está sendo ressignificada para 2030, preservando essa verdadeira dominância que a gente tem na indústria.”
Segundo o executivo, há sinergias únicas entre os dois portfólios, com mais da metade do crescimento da base de PJ vindo de clientes que têm vínculo na PF.
“Isso é muito forte, é muito potente. A gente cria uma blindagem competitiva e está ressignificando mesmo o que é a principalidade. Um cliente no nosso PF/PJ chega a ter um engajamento acima de 80%, isso traz um vetor de crescimento muito significativo”, afirmou. "Metade ou mais do crescimento do varejo nos próximos anos está dentro de casa.”
De acordo com o diretor, o Itaú tem como meta ter aproximadamente 75% de todos os clientes atendidos em modelos digital first ou full remote nos próximos dois a três anos. Hoje, esse percentual é menos de 15%."
“A gente está repactuando os nossos públicos-alvo, no nosso mercado de atuação, reafirmando essa convicção para público de maior resiliência e geração de valor para o ciclo, ao mesmo tempo que a gente amplia o nosso espaço de renúncia para públicos ou para mercados que são menos atrativos. Um foco muito prioritário nos mercados de média e alta renda no massificado”, disse Rodrigues.
O diretor afirma que, no segmento de alta renda, de cada 10 brasileiros nesse perfil, seis têm relacionamento com o Itaú. Já em pequenas e médias empresas (PMEs), o banco teria uma “liderança absolutamente incontestável dentro de um segmento que é muito demandador de crédito pela natureza de sua atividade”.
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