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Banco acredita que o contexto de exposição da Petrobras mudou consideravelmente nos últimos dez anos e mantém preço-alvo de R$ 49 para as ações PETR4
O recente reajuste de preços dos combustíveis anunciado pela Petrobras (PETR4) reacendeu o debate sobre a política de precificação da companhia.
O mercado tem acompanhado de perto essas mudanças, e muitos investidores ainda demonstram receio em relação a períodos passados, quando a divergência entre os preços internos e a paridade de importação impactou negativamente os resultados da estatal.
Mas, para o Itaú BBA, há um excesso de preocupação sobre esse tema. Os analistas explicam que a dependência da Petrobras em relação à importação de combustíveis diminuiu, enquanto sua exposição positiva às cotações internacionais do petróleo se fortaleceu.
Nesse sentido, o banco avalia que “talvez estejamos nos preocupando demais com os preços domésticos dos combustíveis” da petroleira.
O Itaú BBA disse, ainda, que recebeu positivamente a decisão da Petrobras, anunciada em 31 de janeiro, de ajustar os preços do diesel, reforçando a autonomia da companhia.
O cenário atual, marcado por uma gestão mais estratégica e menos vulnerável às oscilações cambiais e internacionais, sugere que a estatal pode manter um equilíbrio entre competitividade e rentabilidade sem comprometer sua governança, segundo o banco.
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Diante disso, os analistas do Itaú citaram 8 pontos cruciais a serem considerados sobre a política de precificação da Petrobras na tese de investimentos:
VEJA MAIS: Analista aponta 4 motivos para apostar na alta do Ibovespa em fevereiro e 10 ações mais promissoras para investir; confira
Atualmente, o preço-alvo do Itaú BBA para as ações PETR4 no final de 2025 é estimado em R$ 49,00, o que representa um potencial de valorização de 33% frente à cotação atual de R$ 36,83.
Vale destacar que a performance do papel nos últimos 12 meses já acumulou uma alta de 18,1%, superando o índice Ibovespa.
O banco também pontua que a Petrobras possui capacidade operacional e logística para manter o fornecimento de combustíveis, mesmo em cenários de pressão sobre os preços.
Além disso, com projeções indicando estabilidade nos preços do petróleo ao longo do ano, os valores praticados pela estatal devem permanecer dentro das faixas de referência.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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