O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A saída da Novonor da Braskem abre espaço para a Petrobras ampliar poder na petroquímica. Confira o que diz a estatal e como ficam os acionistas minoritários no meio disso tudo
A possível saída da Novonor, ex-Odebrecht, do controle da Braskem (BRKM5) abriu uma janela estratégica que a Petrobras (PETR4) não pretende deixar passar. Com a entrada da IG4 Capital no radar como nova sócia de referência da petroquímica, a estatal já sinaliza que pode enfim colocar em prática planos antigos: assumir mais controle efetivo sobre a petroquímica.
A ideia da estatal é aproveitar o redesenho societário para ampliar sua influência sobre a companhia, além de potencialmente realizar novos investimentos estratégicos, segundo apuração do Seu Dinheiro.
Após o anúncio do acordo, que prevê a transferência da participação da Novonor para um fundo assessorado pela IG4, a Petrobras informou que acompanha de perto os desdobramentos da operação.
Além disso, a petroleira disse avaliar os termos e condições para decidir sobre um eventual exercício dos direitos de preferência e de tag along, previstos no acordo de acionistas da Braskem.
Em comunicado divulgado na noite de segunda-feira (15), a estatal deixou claro que também estuda a elaboração de um novo acordo de acionistas, diante das negociações em curso. Esses direitos — especialmente o tag along — funcionam como um mecanismo de proteção em caso de mudança de controle na petroquímica.
Hoje, a Novonor detém 50,1% das ações com direito a voto da Braskem e 38,3% do capital total, enquanto a Petrobras possui 47% das ações votantes e 36,1% do total de papéis.
Leia Também
Além disso, a estatal tem um rigoroso acordo de acionistas que lhe confere o direito de preferência sobre qualquer proposta para a fatia da Novonor na petroquímica.
“A Petrobras reitera que qualquer decisão definitiva seguirá as práticas de governança da companhia, os procedimentos internos aplicáveis e eventuais aprovações de órgãos reguladores, sendo tempestivamente informada ao mercado”, disse a estatal.
Nesta semana, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a petroleira quer ampliar seu poder de decisão sobre as operações da Braskem. O objetivo é aprofundar a integração entre a estatal e a petroquímica, explorando sinergias que, na visão da Petrobras, foram mal aproveitadas até aqui.
“A Braskem é uma petroquímica brasileira que hoje é a sexta maior do mundo e tem tudo a ver com a Petrobras. A administração recente da Brakem, segundo nosso ponto de vista, não exacerbou como poderia as sinergias com o sistema Petrobras. Qual é a nossa ideia? Exacerbar essas sinergias”, disse Chambriard, em entrevista à Folha de S. Paulo.
A expectativa é que, com a saída da Novonor, Petrobras e IG4 passem a dividir o controle da Braskem.
Segundo o Broadcast, caberia à Petrobras a indicação do presidente do conselho de administração e o comando da área operacional, incluindo diretores industriais e de operações. Já a IG4 ficaria responsável pela escolha do CEO e do diretor financeiro (CFO).
Com um novo acordo de acionistas esperado após a aprovação dos reguladores, a Petrobras e a IG4 deverão ter, cada uma, quatro assentos no conselho de administração.
A IG4 atua em nome dos principais bancos credores da Novonor — Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e BNDES — que têm ações da Braskem como garantia de empréstimos concedidos ao grupo.
Pelo acordo anunciado, a Novonor se compromete a transferir sua participação para um fundo da gestora, que passará a deter 50,111% do capital votante e 34,323% do capital total da petroquímica.
Após a conclusão da operação, a Novonor ainda permanecerá como acionista minoritária, com cerca de 4% do capital da Braskem, mas sem direitos de governança.
Para o BTG Pactual, o redesenho societário pode acelerar um processo de reestruturação que, de outra forma, levaria anos — talvez até cinco. Ainda assim, o banco alerta que o caminho até lá segue rodeado de incertezas, especialmente para os acionistas minoritários.
Diante do elevado nível de alavancagem, uma das possibilidades no horizonte é a conversão de dívida em capital, o que implicaria em uma diluição dos atuais acionistas.
Outra alternativa seria um desconto (haircut) sobre a dívida.
Por enquanto, os analistas não enxergam uma injeção de capital como cenário-base, o que tende a limitar diluições no curto prazo.
“Avaliamos que o resultado final — e uma eventual diluição — ainda é incerto, o que sustenta nossa visão cautelosa”, disse o BTG, que segue atento ao ambiente pressionado para os spreads petroquímicos, ao aumento das despesas financeiras e à pressão sobre o caixa da Braskem.
"Embora acreditemos que os resultados possam melhorar com incentivos fiscais, o que ajudaria no processo de recuperação, mantemos uma postura cautelosa diante de um caminho ainda nebuloso e da possibilidade de desfechos dilutivos para os acionistas minoritários”, acrescentou o banco.
*Com informações do Money Times.
Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio
O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões
Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta
Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman
A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira
A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro
A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA
Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos
Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global
A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa
No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%
Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões
Decisão marca o primeiro processo da Operação Compliance Zero a retornar à base judicial; STF mantém apenas relatoria por prevenção
Com o encerramento de 70 lojas nos EUA, a gigante aposta em formatos híbridos e planeja abrir mais de 100 novas unidades da Whole Foods Market, incluindo o fortalecimento da versão compacta Daily Shop
Produção de minério de ferro no quarto trimestre alcança 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% na comparação anual; confira o que dizem os analistas sobre o relatório
Com a emissão, a companhia irá financiar a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11). Ela não informou o valor da operação.
Demanda supera oferta em seis vezes e pode levar fintech a valer US$ 2,6 bilhões na bolsa norte-americana
Mensagem enviada por engano antecipou a segunda rodada de demissões na gigante de tecnologia em menos de seis meses
Segundo informações do Estadão, o BRB teria recebido os ativos para compensar os R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito podre vendidas pelo Master
A carteira de encomendas da aviação comercial, a mais rentável da companhia, cresceu 42% em um ano, mas reestruturação da Azul ainda atrapalha