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Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

APETITE PELO CONTROLE

Fim da era Novonor na Braskem (BRKM5) abre oportunidade estratégica que a Petrobras (PETR4) tanto esperava

A saída da Novonor da Braskem abre espaço para a Petrobras ampliar poder na petroquímica. Confira o que diz a estatal e como ficam os acionistas minoritários no meio disso tudo

Camille Lima
Camille Lima
16 de dezembro de 2025
13:11 - atualizado às 12:35
Braskem
Imagem: Divulgação/LinkedIn

A possível saída da Novonor, ex-Odebrecht, do controle da Braskem (BRKM5) abriu uma janela estratégica que a Petrobras (PETR4) não pretende deixar passar. Com a entrada da IG4 Capital no radar como nova sócia de referência da petroquímica, a estatal já sinaliza que pode enfim colocar em prática planos antigos: assumir mais controle efetivo sobre a petroquímica.  

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A ideia da estatal é aproveitar o redesenho societário para ampliar sua influência sobre a companhia, além de potencialmente realizar novos investimentos estratégicos, segundo apuração do Seu Dinheiro

Após o anúncio do acordo, que prevê a transferência da participação da Novonor para um fundo assessorado pela IG4, a Petrobras informou que acompanha de perto os desdobramentos da operação.

Além disso, a petroleira disse avaliar os termos e condições para decidir sobre um eventual exercício dos direitos de preferência e de tag along, previstos no acordo de acionistas da Braskem. 

Em comunicado divulgado na noite de segunda-feira (15), a estatal deixou claro que também estuda a elaboração de um novo acordo de acionistas, diante das negociações em curso. Esses direitos — especialmente o tag along — funcionam como um mecanismo de proteção em caso de mudança de controle na petroquímica. 

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Hoje, a Novonor detém 50,1% das ações com direito a voto da Braskem e 38,3% do capital total, enquanto a Petrobras possui 47% das ações votantes e 36,1% do total de papéis.  

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Além disso, a estatal tem um rigoroso acordo de acionistas que lhe confere o direito de preferência sobre qualquer proposta para a fatia da Novonor na petroquímica. 

“A Petrobras reitera que qualquer decisão definitiva seguirá as práticas de governança da companhia, os procedimentos internos aplicáveis e eventuais aprovações de órgãos reguladores, sendo tempestivamente informada ao mercado”, disse a estatal. 

Petrobras quer mais poder na Braskem 

Nesta semana, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a petroleira quer ampliar seu poder de decisão sobre as operações da Braskem. O objetivo é aprofundar a integração entre a estatal e a petroquímica, explorando sinergias que, na visão da Petrobras, foram mal aproveitadas até aqui.  

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“A Braskem é uma petroquímica brasileira que hoje é a sexta maior do mundo e tem tudo a ver com a Petrobras. A administração recente da Brakem, segundo nosso ponto de vista, não exacerbou como poderia as sinergias com o sistema Petrobras. Qual é a nossa ideia? Exacerbar essas sinergias”, disse Chambriard, em entrevista à Folha de S. Paulo

A expectativa é que, com a saída da Novonor, Petrobras e IG4 passem a dividir o controle da Braskem. 

Segundo o Broadcast, caberia à Petrobras a indicação do presidente do conselho de administração e o comando da área operacional, incluindo diretores industriais e de operações. Já a IG4 ficaria responsável pela escolha do CEO e do diretor financeiro (CFO).  

Com um novo acordo de acionistas esperado após a aprovação dos reguladores, a Petrobras e a IG4 deverão ter, cada uma, quatro assentos no conselho de administração. 

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A venda da fatia da Novonor na Braskem 

A IG4 atua em nome dos principais bancos credores da Novonor — Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e BNDES — que têm ações da Braskem como garantia de empréstimos concedidos ao grupo.  

Pelo acordo anunciado, a Novonor se compromete a transferir sua participação para um fundo da gestora, que passará a deter 50,111% do capital votante e 34,323% do capital total da petroquímica. 

Após a conclusão da operação, a Novonor ainda permanecerá como acionista minoritária, com cerca de 4% do capital da Braskem, mas sem direitos de governança. 

E como ficam os acionistas no meio disso tudo? 

Para o BTG Pactual, o redesenho societário pode acelerar um processo de reestruturação que, de outra forma, levaria anos — talvez até cinco. Ainda assim, o banco alerta que o caminho até lá segue rodeado de incertezas, especialmente para os acionistas minoritários. 

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Diante do elevado nível de alavancagem, uma das possibilidades no horizonte é a conversão de dívida em capital, o que implicaria em uma diluição dos atuais acionistas.  

Outra alternativa seria um desconto (haircut) sobre a dívida.  

Por enquanto, os analistas não enxergam uma injeção de capital como cenário-base, o que tende a limitar diluições no curto prazo. 

“Avaliamos que o resultado final — e uma eventual diluição — ainda é incerto, o que sustenta nossa visão cautelosa”, disse o BTG, que segue atento ao ambiente pressionado para os spreads petroquímicos, ao aumento das despesas financeiras e à pressão sobre o caixa da Braskem. 

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"Embora acreditemos que os resultados possam melhorar com incentivos fiscais, o que ajudaria no processo de recuperação, mantemos uma postura cautelosa diante de um caminho ainda nebuloso e da possibilidade de desfechos dilutivos para os acionistas minoritários”, acrescentou o banco. 

*Com informações do Money Times.

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